Uma rede colaborativa
Conectar lideranças de diferentes territórios para cocriar políticas de gênero, inovação e enfrentamento dos riscos climáticos.

Projetos Especiais · Participação e clima

Uma articulação nacional para fazer das experiências, prioridades e soluções propostas por mulheres parte efetiva da agenda climática.
Uma agenda construída por muitas vozes
A Bancada Feminina na COP30 reuniu lideranças sociais, políticas, empresariais, acadêmicas e institucionais para construir propostas com perspectiva de gênero e levá-las aos espaços de decisão climática.
O Instituto Global ESG e o Quero Você Eleita atuaram na coorganização da mobilização, ao lado de organizações que já trabalham por participação, autonomia, governança e direitos das mulheres.
Apresentação do projeto · Agosto de 2025 · 12 páginasGênero, inovação e enfrentamento dos riscos climáticos
A proposta amplia o conceito de bancada para além do Congresso Nacional e conecta mulheres que se disponibilizam ao fazer político, em cargos de liderança e poder, em uma grande rede colaborativa.
Conheça a concepção da iniciativa, o desenho das ações, os públicos, os impactos esperados e as possibilidades de apoio na apresentação integral.
Da voz feminina à ação nos territórios
Prefeitas, vice-prefeitas, vereadoras, primeiras-damas e outras lideranças femininas conectadas à agenda climática.
Conectar lideranças de diferentes territórios para cocriar políticas de gênero, inovação e enfrentamento dos riscos climáticos.
Reconhecer impactos desiguais e acolher as experiências de mulheres indígenas, quilombolas, extrativistas e de comunidades tradicionais.
Articular encontros e módulos interativos para a construção colaborativa de planos municipais de mitigação dos riscos climáticos.
Encontro em Brasília, intercâmbio de práticas e elaboração de uma carta de compromissos para o clima.
Módulos síncronos previstos para traduzir diretrizes e decisões da conferência em planos municipais.
Publicação prevista dos indicadores de mulheres, estados, biomas, municípios e população alcançados.
Este é o planejamento original do projeto. As etapas documentadas estão na linha do tempo abaixo; as previsões de formação e divulgação não constituem comprovação de execução.
Metas e estimativas da apresentação de agosto de 2025, que também projetava a mobilização em 26 estados. Não representam resultados aferidos.
A apresentação convida organizações a apoiar a equidade de gênero, a inovação política e a sustentabilidade, fortalecendo redes, formação e participação feminina. As possibilidades de cooperação devem ser definidas com as organizações responsáveis.
Conversar com o Instituto sobre cooperaçãoRede realizadora
Da articulação à entrega
Marcos confirmados pelos registros institucionais, pelo acervo fotográfico e pelas publicações abertas.
Instituto Global ESG e Quero Você Eleita formalizam a cooperação que impulsionou a agenda.
No Estádio Mané Garrincha, em Brasília, mulheres de diferentes regiões e setores iniciam a construção coletiva da Carta.
As instituições responsáveis se reúnem para consolidar contribuições, governança e encaminhamentos para a COP30.
A sede do Instituto Global ESG recebe representantes da Bancada antes da missão em Belém.
A mobilização leva suas propostas à conferência e promove diálogo com instituições, lideranças e o Sistema de Justiça.
A Carta é apresentada ao ministro Edson Fachin e ao Sistema de Justiça, ampliando seu alcance institucional.
Carta oficial · Documento de incidência
Trabalhada de forma colaborativa no percurso da Bancada Feminina na COP30, a Carta converte escuta, experiência territorial e articulação institucional em propostas para a agenda climática brasileira. O documento reúne contribuições de organizações, redes e movimentos de diferentes regiões do país, com abordagem suprapartidária e interseccional.
Em 12 páginas, a publicação organiza suas propostas em sete eixos: biomas e territórios; economia verde e inovação; financiamento climático com perspectiva de gênero; redes femininas e participação plena; educação, resiliência e comunicação; justiça climática, direitos humanos, paz e segurança; e monitoramento, dados e transparência.
Soluções climáticas conectadas às realidades locais, aos saberes e às populações que vivem os impactos.
Autonomia, trabalho, empreendedorismo, transição produtiva e acesso às oportunidades verdes.
Recursos, governança e critérios que reconheçam desigualdades e ampliem a participação feminina.
Presença plena, diversa e qualificada das mulheres nos espaços de decisão climática.
Formação para resiliência, acesso à informação e comunicação climática inclusiva.
Proteção, paz e segurança para mulheres e defensoras que atuam nos territórios.
Indicadores, monitoramento e prestação de contas com recorte de gênero e território.
Use o leitor abaixo ou abra o documento original em uma nova aba. Em telas pequenas, a abertura direta pode oferecer melhor navegação.
Vídeo em destaque
Ana Clara Moura e Paola Comin conversam sobre mulheres, sustentabilidade e diplomacia e apresentam o papel das embaixadoras na construção de uma agenda climática mais representativa.
Ler a cobertura no Portal Global ESGMobilização em rede
Representantes acolhidas para ampliar a circulação da Carta, conectar redes e sustentar a agenda para além da conferência.
5 perfis encontrados
Rede Governança Brasil
Rede Governança Climática e Sustentabilidade
Instituto Global ESG
Instituto Global ESG
O diretório passa a reunir Cristiane Nardes, Renata Andrade, Ana Clara Moura, Paola Comin e Júlia Arnone, com estrutura pronta para receber as próximas embaixadoras.
Incidência institucional
A apresentação ao ministro Edson Fachin e a representantes do Sistema de Justiça projetou a agenda das mulheres para além do evento climático, conectando-a à proteção de direitos, à governança pública e à implementação.
Memória pública
Uma seleção dos registros que permite acompanhar a formação, a articulação e a entrega da iniciativa.
Da agenda climática à agenda nacional
A articulação construída em torno da COP30 encontra continuidade em uma plataforma suprapartidária dedicada à presença feminina na política e nos espaços de decisão.
A curadoria cruza o banco integrado do Instituto Global ESG com registros públicos. Os links abaixo conduzem às evidências originais.