Instituto Global ESG
Iniciativa institucional · documento primário

AGU e Instituto Global ESG

Cooperação para o desenvolvimento nacional sustentável.

Conhecimento, cooperação e instrumentos fiscais sustentáveis.
Cooperação com a AGU

Publicações no Instagram

Memória da cooperação

O ato institucional em imagens.

Registros da assinatura e do diálogo entre as instituições. Navegue pelas fotografias, pause a apresentação e amplie os detalhes.

Registro da cooperação AGU e Instituto Global ESG · fotografia 1
1 / 10
Fotografia ampliada 1
1 / 10 · Escape para fechar
Ficha documental

Uma agenda de cooperação para o desenvolvimento sustentável.

Natureza
Protocolo de Intenções
Data
29/07/2025
Processo
00400.002374/2025-13
Partícipes
União, por intermédio da AGU, e Instituto Global de ESG
Curadoria
Documento e página oficial conferidos em 06/10/2026

Conhecimento e articulação institucional. Celebrado entre a AGU e o Instituto Global de ESG, o protocolo reúne frentes de pesquisa, formação e produção científica voltadas ao desenvolvimento nacional e aos instrumentos fiscais e tributários sustentáveis.

Propósito da cooperação

Desenvolvimento nacional e instrumentos fiscais e tributários sustentáveis.

O protocolo articula competências institucionais para promover o desenvolvimento nacional sustentável. Sua agenda conecta estudos, formação, produção científica e compartilhamento de conhecimento sobre instrumentos fiscais e tributários sustentáveis.

Frentes previstas

Cinco eixos de cooperação expressos no instrumento.

01

Estudos

Instrumentos fiscais sustentáveis, Fundo Verde, PATEN e transações sustentáveis.

02

Formação

Eventos, oficinas, jornadas e trilhas formativas sobre ESG.

03

Produção científica

Obras coletivas e científicas de interesse conjunto.

04

Dados e métodos

Dados públicos, documentos, metodologias e diagnósticos, com proteção legal.

05

Publicações

Relatórios e outros produtos conjuntos planejados pelos partícipes.

Documento original · 4 páginas digitalizadas

Leia o protocolo no próprio site.

Consulte o instrumento original e conheça os objetivos, as frentes de atuação e a organização da cooperação.

SHA-256
3988f0d96cafa1fed6895f75fd1cc5d3f330b38898464468218c09bf483edc96
Fonte
Acervo oficial da Advocacia-Geral da União e arquivo institucional conferido
Protocolo de Intenções AGU nº 004/2025 — página 1

Página 1 de 4

Se o leitor não carregar, use “Abrir original” ou “Baixar PDF”.

Documento original · AGU

Protocolo de Intenções nº 004/2025

Protocolo de Intenções AGU nº 004/2025 — página 1

Página 1 de 4

Leitura comentada

Conheça a estrutura da cooperação.

As fichas abaixo são sínteses editoriais. Pesquise por tema, número ou expressão e confira sempre a redação integral no PDF.

7 sínteses encontradas

Cláusula 1Objeto

Desenvolvimento e instrumentos sustentáveis

Envidar esforços para promover o desenvolvimento nacional e instrumentos fiscais e tributários sustentáveis.

Cláusula 2Cooperação

Atribuições comuns

Representantes técnicos, eventos e trilhas ESG, obras coletivas, estudos, dados públicos, metodologias, diagnósticos, relatórios, transparência, LGPD e sigilo legal.

Cláusula 3–4Governança

Atribuições dos partícipes

AGU e Instituto devem atuar nos limites de suas competências para fomentar o objeto do protocolo.

Cláusula 5Condições

Sem transferência financeira

Não há transferência de recursos nem doação de bens. Repasses exigem instrumento específico e a cooperação não gera remuneração entre os partícipes.

Cláusula 6Condições

Recursos humanos

A cooperação não altera vínculos nem transfere ônus; designações devem corresponder a ações específicas.

Cláusula 10Transparência

Publicação

Os partícipes devem publicar o protocolo em seus sítios oficiais.

Cláusula 11–12Comunicação

Publicidade e casos omissos

A divulgação deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social; situações não previstas serão resolvidas de comum acordo.

O encontro que deu origem a esta cooperação

Do Global Meeting a uma agenda permanente de transformação.

Em 29 de julho de 2025, em Brasília, AGU e Instituto Global ESG realizaram o Simpósio de Instrumentos Fiscais e Tributários Sustentáveis, edição do Global Meeting — Circuito COP30. O encontro aproximou advocacia pública, bancos públicos, controle, academia, setor produtivo e sociedade civil para discutir como a política fiscal pode impulsionar uma transição ecológica justa.

Registro oficial do Global Meeting de 29 de julho de 2025

Justiça fiscal. Segurança jurídica. Desenvolvimento sustentável.

A assinatura do protocolo durante a abertura consolidou uma trajetória de articulação institucional. Os painéis conectaram reforma tributária, mercado de carbono, PATEN, transações sustentáveis, governança jurídica e gestão da litigiosidade. O conhecimento reunido alimenta a Revista Global ESG, a formação da ESAGU e a construção de publicações científicas.

Explorar a LP completa deste Global Meeting →Consultar a cobertura jornalística do encontro →
  1. Articulação

    Encontro com o gabinete da AGU em 4 de julho de 2025.

  2. Cooperação

    Global Meeting e assinatura do protocolo em 29 de julho de 2025.

  3. Conhecimento

    Cobertura especial, vídeos, formação e chamada para obra coletiva.

  4. Continuidade

    Conselho Permanente, ESG20+, TaxESG e Fórum de Governança Tributária Sustentável.

Participação institucional transversal

A advocacia pública federal no centro do debate.

A cobertura da Revista nº 6 mostra a amplitude da participação da AGU: direção institucional, órgãos especializados, procuradorias, mediação pública, consultorias jurídicas e escola de formação. Essa pluralidade trouxe ao encontro a experiência do Estado na estruturação e execução de políticas públicas.

Explorar a cobertura especial na Revista Global ESG nº 6 — capa, matérias e leitura completa →

Consultorias e atuação setorial

Isadora Cartaxo, Karina Macedo, Mauro O’de Almeida, Carlos Alberto, Ivan Santos Nunes e José Leite

Políticas ambientais, IBAMA, produção agropecuária, assessoramento e participação social.

Ver cobertura na revista · páginas 86–91 →
A programação na cobertura especial

Uma jornada completa de debates e construção institucional.

Da abertura à produção científica, cada etapa aproximou políticas fiscais, governança, sustentabilidade e segurança jurídica.

01

Abertura e conferência magna

Autoridades, cooperação AGU–Instituto, conferência de Jorge Messias e agenda ESG20+.

Revista nº 6 · páginas 22–51
Abrir a íntegra no YouTube →
02

Reforma tributária, justiça fiscal e sustentabilidade

Princípio ambiental, novos instrumentos compensatórios, contabilidade e imposto seletivo.

Revista nº 6 · páginas 54–61
Abrir a íntegra no YouTube →
03

Tributação e mercado de carbono

Descarbonização, mercado regulado, estrutura produtiva e alinhamento internacional.

Revista nº 6 · páginas 66–74
Abrir a íntegra no YouTube →
04

Painel especial · SEJAN e Pronaclima

Segurança jurídica das políticas fiscais e climáticas, articulação pública e experiências do setor privado.

Revista nº 6 · páginas 76–84
Abrir a íntegra no YouTube →
05

Workshop jurídico setorial

Consultorias, procuradorias e especialistas debatem governança pública sustentável.

Revista nº 6 · páginas 86–91
Abrir a íntegra no YouTube →
06

Transação Tributária Sustentável

PGFN, CCAF e advocacia discutem justiça fiscal e resolução de conflitos complexos.

Revista nº 6 · páginas 94–101
Abrir a íntegra no YouTube →
07

Gestão estratégica da litigiosidade

PGF, Tesouro, CAIXA e especialistas abordam recuperação de ativos e riscos fiscais.

Revista nº 6 · páginas 104–111
Abrir a íntegra no YouTube →
08

Obra coletiva, ESAGU e encerramento

Chamada pública, coordenação editorial, formação e continuidade institucional.

Revista nº 6 · páginas 114–123
Abrir a íntegra no YouTube →
TV Global ESG · assistir nesta página

As vozes e os debates que sustentam esta agenda.

Conferência magna, SEJAN, Pronaclima e painéis completos: um acervo para aprofundar o conhecimento, revisitar as contribuições e dar continuidade ao diálogo.

Painel completo · Reforma tributária

Justiça fiscal, proteção ambiental e sustentabilidade no sistema tributário.

Abrir vídeo no YouTube →

Conferência magna · Jorge Messias

Justiça fiscal, justiça climática e justiça social na agenda do desenvolvimento nacional.

Abrir vídeo no YouTube →

SEJAN · Flávio Roman

Segurança jurídica no ambiente de negócios e articulação de soluções normativas consensuais.

Abrir vídeo no YouTube →

Pronaclima · Teresa Villac

Defesa do clima, governança participativa e atuação estratégica da advocacia pública.

Abrir vídeo no YouTube →

Painel completo · Transação Tributária Sustentável

Participação da PGFN, CCAF e especialistas, com mediação de Sóstenes Marchezine.

Abrir vídeo no YouTube →

Workshop completo · Governança Sustentável

Diálogo jurídico setorial com consultorias ministeriais e advocacia pública.

Abrir vídeo no YouTube →

Painel completo · Gestão da litigiosidade

PGF, Tesouro Nacional e especialistas debatem riscos fiscais, ativos e soluções consensuais.

Abrir vídeo no YouTube →

Playlist completa · escolha o vídeo e continue assistindo.

Este vídeo está disponível em outro bloco da página.

Conferência Magna com o Ministro Jorge Messias, Advogado-Geral da União (AGU) - Global Meeting

Abrir a playlist completa no YouTube
Revista Global ESG · 6ª edição · outubro de 2025

Uma edição inteira dedicada à agenda fiscal sustentável.

Reportagens, artigos, intervenções e registros do encontro em um acervo navegável por tema, nome e página. Explore a cobertura e consulte os textos das páginas duplas do PDF.

Capa da 6ª edição da Revista Global ESG
Editorial · Alexandre Arnone

Tributar para transformar.

O editorial situa a política fiscal como instrumento de transição ecológica, equidade social e inovação regulatória. Conecta o PATEN, o Fundo Verde, as transações sustentáveis e a atuação da AGU a uma agenda de justiça intergeracional, integridade fiscal e convergência institucional.

A publicação transforma o encontro em memória técnica e espaço de continuidade: amplia o debate, valoriza a advocacia pública e aproxima conhecimento especializado das decisões do Estado e da sociedade.

Expediente e produção editorial

Direção-Geral: Alexandre Arnone. Direção Executiva e Direção de Redação: Sóstenes Marchezine. Direção de Conteúdo: Júlio Colombo. Direção de Arte, Diagramação e Design: Suely Martins da Silva. Realização: Editora Verde Vida. Produção: Esplanada Comunicação. Fotografias: George Vieira, Maévia Vieira e Juliana Mota. Iniciativa do Instituto Global ESG e do Movimento ESG na Prática, com distribuição física e digital.

60 conteúdos · referências à paginação impressa da revista

Artigos · p. 12Governança fiscal sustentável: fundamentos para uma política tributária orientada por critérios ESG

Sóstenes Marchezine e Alexandre Arnone

Conteúdo da cobertura especial · páginas 12–13. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

Governança fiscal sustentável: fundamentos para uma política tributária orientada por critérios ESG Sóstenes Marchezine Sócio-Diretor, Grupo Arnone e Arnone Advogados em Brasília. VP, Instituto Global ESG. Representante da OAB, CNODS/PR. Diretor, Comissão Carbono, CFOAB. Secretário, Frente ESG na Prática, Congresso. Alexandre Arnone Advogado especialista em Direito Empresarial e Tributário, atuou como Presidente da Câmara de Comércio Mercosul, Chairman de um Grupo de Institutos nas áreas de mobilidade aérea, social e ambiental A política tributária brasileira ingressa, em 2025, em um novo ciclo de reconstrução institucional. Ao lado da reforma constitucional, avança uma agenda normativa infraconstitucional que reposiciona o sistema fiscal como vetor da transição ecológica, da justiça distributiva e da segurança jurídica. O tributo, antes encarado sob alguns prismas como mero instrumento arrecadatório, passa a ser concebido como essencial indutor de padrões sustentáveis de desenvolvimento. E esse movimento já não é apenas retórico — ele está normatizado, tecnicamente estruturado e politicamente em curso. Esse foi o pano de fundo do debate sobre instrumentos fiscais e tributários sustentáveis, com a realização do Simpósio Nacional que integra o Global Meeting – Circuito COP30, promovido pela AGU e pelo Instituto Global ESG. O evento marcou não apenas uma agenda técnica, mas um ponto de inflexão transversal no modo como o Estado brasileiro concebe e operacionaliza seus mecanismos de intervenção fiscal. Da política fiscal como ferramenta de impacto A ideia-força que sustenta esse novo ciclo é clara: a política fiscal deve deixar de ser neutra ou reativa frente à emergência climática e à desigualdade social. Deve assumir, com intencionalidade e responsabilidade, o papel de catalisadora da sustentabilidade. Isso implica reorganizar incentivos, corrigir distorções regressivas, penalizar atividades poluentes e fomentar práticas econômicas de impacto positivo — sempre com transparência e previsibilidade normativa. A recém-promulgada Lei nº 15.103/2025, que instituiu o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), é o exemplo mais expressivo desse novo modelo. O PATEN prevê a utilização de direitos creditórios públicos — como precatórios e créditos inscritos em dívida ativa — para capitalizar projetos sustentáveis e gerar retorno ambiental, social e econômico. Por meio do novo Fundo Verde, a legislação autoriza que tais ativos sejam performados como cotas vinculadas a investimentos estratégicos em energia limpa, reindustrialização verde e infraestrutura resiliente. Trata-se de uma verdadeira mutação da lógica fiscal: ativos antes considerados passivos contábeis passam a ser requalificados como instrumentos de política pública com lastro climático. Essa modelagem, inspirada em fundos de transição europeus e alinhada à taxonomia verde internacional, tem potencial de transformar o passivo judicial do Estado em ativo de desenvolvimento sustentável. Transação tributária sustentável: inovação jurídica e impacto sistêmico Outro eixo disruptivo que emerge com força no Brasil avança na construção de um novo marco fiscal baseado em justiça intergeracional, impacto socioambiental e articulação entre instrumentos jurídicos e econômicos 12 Revista Global ESG Colunista Colunista 6ª Edição, Outubro 2025 . 13
Ler a edição completa e conferir a composição original
Artigos · p. 16A inédita e iminente transação tributária no Distrito Federal: Fundamentos e diretrizes do Programa Negocia-DF à luz da lei 7.684/25 e do decreto 47.337/25

Alexandre Arnone, Sóstenes Marchezine e Darlan Barbosa

Conteúdo da cobertura especial · páginas 16–17. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

H á momentos em que a forma de se fazer política pública precisa ser revista não apenas para corrigir distorções, mas para transformar estruturas. A transação tributária no Brasil - por muito tempo vista com reservas, desconfianças ou reduzida a experiências isoladas - ganha, no Distrito Federal, um novo contorno institucional, maduro e ambicioso. Com a publicação da lei 7.684/25 e do decreto 47.337/25, surge o Programa Negocia-DF, que propõe uma inflexão na lógica tradicional de cobrança da dívida ativa: menos litígio, mais diálogo. Menos judicialização, mais estratégia. Menos incertezas, mais segurança jurídica. É preciso compreender que o modelo anterior, centrado quase exclusivamente na execução fiscal e na rigidez procedimental, esgotou-se. A taxa de recuperação de crédito judicializado é historicamente baixa no país, os custos processuais são elevados, e o volume de processos consome tempo e energia de um Judiciário já sobrecarregado. A cobrança da dívida ativa, muitas vezes, resulta ineficiente para o Estado e angustiante para o contribuinte, que enfrenta uma engrenagem muitas vezes pouco acessível, lenta e impessoal. Nesse cenário, o Distrito Federal adota uma abordagem inteligente e técnica: estruturar a transação tributária e não tributária como política pública central - não como exceção, mas como regra possível e desejável dentro dos parâmetros legais e administrativos. O que se apresenta com o Programa Negocia-DF é mais do que uma norma: é uma plataforma institucional, que combina critérios objetivos, transparência procedimental, princípios constitucionais e flexibilidade adaptada à realidade dos contribuintes e da Fazenda Pública. A proposta deste artigo é analisar em profundidade o conteúdo, os mecanismos e os desdobramentos desse novo regime normativo, oferecendo uma leitura estruturada e acessível que permita a qualquer interessado - da advocacia privada ao servidor fazendário, do contador ao empresário, do estudante ao docente - compreender a lógica, os fundamentos e os caminhos da transação distrital. Para isso, percorremos os principais pilares da legislação com base em sete blocos temáticos que abordam desde os princípios legais até as modalidades e implicações práticas do novo modelo. 1. O que é transação tributária e por que ela se torna estratégica no contexto atual Embora a transação tributária esteja prevista no CTN desde 1966 (art. 171), por muitos anos ela permaneceu adormecida como instrumento de política fiscal. Apenas recentemente, com a lei 13.988/20 no plano federal, esse dispositivo passou a ser efetivamente regulamentado e utilizado com mais frequência. O Distrito Federal agora dá um passo ainda mais ousado ao instituir a transação como política permanente - ampla, estruturada e tecnicamente fundamentada. A transação, em essência, é um acordo legal entre o contribuinte e o Estado para resolver litígios, promover a regularização de débitos e viabilizar o cumprimento das obrigações fiscais com maior flexibilidade. Não se trata de uma anistia ou de um perdão, mas de uma composição formal de interesses legítimos, fundada em critérios legais, e que exige concessões recíprocas. O Estado abre mão de parte dos encargos legais ou flexibiliza prazos; o devedor, por sua vez, confessa o débito, desiste de ações e se compromete com regras claras de adimplemento. Essa lógica é particularmente relevante em tempos de pressão fiscal, restrições orçamentárias e necessidade de estimular a recuperação econômica. Permitir que empresas, cooperativas, organizações sociais e até pessoas físicas renegociem suas dívidas com o Estado - com base em critérios objetivos e segurança jurídica - é uma forma eficiente de combinar arrecadação, justiça fiscal e sustentabilidade financeira. 2. Estrutura normativa: uma plataforma institucional robusta A lei 7.684/25 e o decreto 47.337/25 são normas longas, minuciosas e integradas. Elas não apenas autorizam a transação, mas constroem um verdadeiro regime jurídico autônomo e funcional. Estabelecem princípios norteadores, disciplinam procedimentos, definem competências, preveem penalidades, organizam a publicidade dos atos e detalham regras para diferentes tipos de créditos e situações jurídicas. O Programa Negocia-DF, que nasce desse marco legal, é a expressão operativa dessa nova política. Ele estabelece que toda transação deve seguir parâmetros de conveniência e oportunidade, com decisões técnicas e justificadas pela Procuradoria-Geral do Distrito Federal e pela Secretaria de Economia. Nada é automático. Cada transação é construída com base em avaliação do perfil do devedor, da natureza do crédito, do histórico de pagamento, do contencioso envolvido e da capacidade de cumprimento das obrigações pactuadas. A norma também prevê o uso de editais para adesão ampla, propostas individuais em casos complexos e, de forma inovadora, a possibilidade de transação em teses tributárias ainda controversas - o que será tratado mais adiante neste artigo. 3. Modalidades de transação: três caminhos para a composição A inédita e iminente transação tributária no Distrito Federal: Fundamentos e diretrizes do Programa Negocia-DF à luz da lei 7.684/25 e do decreto 47.337/25 Marco normativo consolida a transação como ferramenta estratégica de conformidade fiscal e desjudicialização no DF. Artigo foi puplicado originalmente no portal migalhas.com.br de 15/07/2025 Artigo 6ª Edição, Outubro 2025 . 17 16 Revista Global ESG
Ler a edição completa e conferir a composição original
Abertura e conferência · p. 22Global Meeting - Circuito COP30 - simpósio nacional sobre instrumentos fiscais e tributários para a sustentabilidade

Conteúdo da cobertura especial · páginas 22–23. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

GLOBAL MEETING CIRCUITO COP30 SIMPÓSIO NACIONAL SOBRE INSTRUMENTOS FISCAIS E TRIBUTÁRIOS PARA A SUSTENTABILIDADE Evento realizado pela Advocacia-Geral da União e pelo Instituto Global ESG reúne especialistas para debater caminhos jurídicos e econômicos rumo à transição ecológica justa B rasília sediou, no dia 29 de julho de 2025, o Simpósio de Instrumentos Fiscais e Tributários para a Sustentabilidade, como parte do Global Meeting – Circuito COP30, uma iniciativa conjunta do Instituto Global ESG e da Advocacia-Geral da União (AGU). O encontro, realizado ao longo de um dia de intensa programação, reuniu especialistas, autoridades públicas, juristas, economistas e representantes da sociedade civil para discutir, de forma técnica e propositiva, como os instrumentos fiscais podem contribuir para a construção de uma governança pública ambientalmente responsável, socialmente justa e fiscalmente sólida. O simpósio integrou o circuito nacional de eventos preparatórios para a COP30, que ocorrerá em Belém (PA), e teve como foco central o papel da estrutura fiscal, normativa e jurídica do Estado brasileiro na promoção de uma transição ecológica justa. Com atividades desenvolvidas durante os turnos da manhã e da tarde, o evento foi realizado na sede do Instituto Global ESG, no Lago Sul, em Brasília. Matéria de Capa 6ª Edição, Outubro 2025 . 23 22 Revista Global ESG Assista Cobertura do Evento no YouTube Veja todas as fotos do evento no Flickr
Ler a edição completa e conferir a composição original
Abertura e conferência · p. 26AGU e Instituto Global ESG realizaram simpósio sobre instrumentos fiscais sustentáveis em Brasília

Conteúdo da cobertura especial · páginas 26–27. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

AGU e Instituto Global ESG realizaram simpósio sobre instrumentos fiscais sustentáveis em Brasília Evento integrou o Circuito COP30 e reuniu autoridades, especialistas e academia para debater justiça fiscal, descarbonização e governança pública N o dia 29 de julho, Brasília foi palco de uma intensa jornada de debates e articulações institucionais durante o Simpósio de Instrumentos Fiscais e Tributários para a Sustentabilidade, promovido pelo Instituto Global ESG em parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU). O encontro fez parte da agenda oficial do Global Meeting – Circuito COP30, e consolidou-se como um espaço estratégico para pensar o futuro do sistema tributário brasileiro sob a ótica da sustentabilidade. A iniciativa integrou o Programa ESG20+ e os Conselhos Permanentes, ambos dedicados à construção de soluções jurídicas, fiscais e institucionais para impulsionar o desenvolvimento sustentável no país. Com uma programação extensa ao longo do dia, o simpósio promoveu um diálogo de alto nível entre representantes do poder público, especialistas acadêmicos e lideranças da sociedade civil sobre como os instrumentos fiscais e tributários podem contribuir para uma transição ecológica justa, alinhada aos compromissos sociais, econômicos e ambientais do Brasil. “ Estamos diante de uma virada de chave. Os instrumentos fiscais e tributários sustentáveis não são apenas uma pauta econômica ou ambiental, mas um imperativo civilizatório”, destacou Alexandre Arnone, chairman do Grupo Arnone, sócio-nominal da Arnone Advogados e fundador do Instituto Global ESG. Destaques da programação: do papel da AGU à justiça fiscal A jornada começou com o credenciamento e um café de boas-vindas às 8h, seguido da abertura oficial às 9h. Em seguida, o ministro da AGU, Jorge Messias, proferiu a conferência magna, abordando o papel estratégico da instituição na promoção da segurança jurídica e da governança fiscal sustentável. Durante a manhã, dois painéis marcaram o tom técnico do evento: • Painel 1 – Reforma Tributária, Justiça Fiscal e Sustentabilidade: discutiu as implicações do imposto seletivo e do Fundo de Compensação sob a ótica ambiental. • Painel 2 – Tributação e Mercado de Carbono: explorou o uso de créditos de carbono como instrumentos para incentivar a descarbonização da economia. Matéria de Capa 6ª Edição, Outubro 2025 . 27 26 Revista Global ESG
Ler a edição completa e conferir a composição original
Abertura e conferência · p. 30Global Meeting abre ciclo de cooperação para sustentabilidade fiscal e avanço da agenda ESG

Conteúdo da cobertura especial · páginas 30–31. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

Global Meeting abre ciclo de cooperação para sustentabilidade fiscal e avanço da agenda ESG Evento reuniu autoridades dos Três Poderes, representantes da sociedade civil e lideranças institucionais para discutir a integração entre governança fiscal, justiça social e transição ecológica A cerimônia de abertura do Global Meetting marcou o início de um novo ciclo de cooperação interinstitucional voltado à construção de políticas públicas sustentáveis e de mecanismos fiscais inovadores alinhados aos compromissos da Agenda 2030 e à preparação para a COP30, que será sediada no Brasil. O evento reuniu altas autoridades dos Três Poderes, representantes do setor produtivo, da academia, de organismos internacionais e da sociedade civil organizada. A proposta foi clara: consolidar a convergência entre responsabilidade fiscal, justiça social e governança ambiental, promovendo o ESG como diretriz estruturante das reformas institucionais e das políticas públicas brasileiras. Alexandre Arnone dá boas-vindas e convoca lideranças à ação institucional concreta Presidente do Instituto Global ESG e chairman do Grupo Arnone Advogados, Alexandre Arnone foi o anfitrião do encontro e o responsável por recepcionar os participantes. Em seu discurso de abertura, enfatizou a necessidade de transformar o ESG em pilar normativo e institucional, superando o caráter apenas declaratório da sigla: “ Este é um evento que inaugura um novo ciclo, em que precisamos estar comprometidos com mudanças concretas e estruturais. O ESG ainda é pouco difundido nos órgãos com poder de transformação, e esta é a oportunidade de ampliarmos sua aplicação na legislação e nas práticas institucionais”, afirmou. Arnone agradeceu nominalmente às autoridades presentes, incluindo o ministro da AGU, Jorge Messias, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, o ministro da CGU, Vinícius Carvalho, o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, e a vice-presidente da OAB Nacional, Rose Morais. A todos, reforçou o apelo à cooperação ativa: “Conto com o esforço e o interesse real de cada um aqui para que possamos realizar as alterações necessárias e projetar um país com visão de futuro.” Matéria de Capa 6ª Edição, Outubro 2025 . 31 30 Revista Global ESG
Ler a edição completa e conferir a composição original
Abertura e conferência · p. 34Presidente da Caixa anuncia investimentos bilionários em sustentabilidade e inclusão produtiva durante o Global Meeting

Conteúdo da cobertura especial · páginas 34–35. A reprodução textual abaixo corresponde à página dupla do PDF e pode reunir mais de uma matéria.

Presidente da Caixa anuncia investimentos bilionários em sustentabilidade e inclusão produtiva durante o Global Meeting Carlos Vieira detalha ações da instituição rumo à COP30, com foco em transição climática justa, crédito verde e fortalecimento da governança pública e privada O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, apresentou no Global Meeting – Circuito COP30 um panorama abrangente das ações e compromissos da instituição voltados à sustentabilidade, à inclusão produtiva e à inovação financeira. Realizado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo Instituto Global ESG, o encontro reuniu lideranças dos setores público e privado para discutir os instrumentos fiscais e tributários como vetores do desenvolvimento sustentável. Em sua fala, Vieira destacou o protagonismo da Caixa na promoção de uma economia de baixo carbono e no enfrentamento das desigualdades regionais e sociais, com números expressivos e metas ousadas. “O desenvolvimento sustentável não pode mais ser apenas um objeto. Ele precisa ser um caminho real, concreto, mensurável e trilhado com ousadia, responsabilidade e visão de futuro”, afirmou. Reconhecimento ao movimento ESG Vieira iniciou sua intervenção saudando autoridades presentes, como o ministro da AGU, Jorge Messias; o ministro da CGU, Vinícius Carvalho; a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros; e o presidente do Instituto Global ESG, Alexandre Arnone. Dirigiu-se especialmente ao coordenador-geral do Programa ESG20+ e vice-presidente do Instituto Global ESG, Sóstenes Marchezine: “ Achei que você era mais um Quixote. Hoje vejo que é um realizador. Deixo aqui meu reconhecimento de todo o trabalho que vocês têm feito.” Aplicações com impacto e metas até 2030 A Caixa já aplicou R$ 811 bilhões com impacto direto em dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e estabeleceu a meta de atingir R$ 1 trilhão até 2030. Parte desse montante está direcionada a áreas prioritárias como eletromobilidade, saneamento básico e transformação urbana, essenciais para a transição climática. Na inclusão produtiva, foram investidos R$ 124 milhões em microcrédito rural no Pronaf-B, beneficiando cerca de 10 mil famílias. A meta é alcançar R$ 1 bilhão até o fim de 2025, priorizando pequenos produtores das regiões Norte e Centro-Oeste, em parceria com o Banco da Amazônia (BASA) e o Banco do Brasil. Fundo socioambiental e novos editais Outro destaque foi o anúncio da destinação de R$ 111 milhões do fundo socioambiental da Caixa — formado por 2% do lucro líquido do banco — para cinco grandes chamadas públicas: • R$ 50 milhões para agricultura regenerativa, com atuação na Amazônia e apoio do BNDES; • R$ 20 milhões para economia circular; • R$ 20 milhões para autonomia feminina; • R$ 20 milhões para turismo regenerativo; • R$ 16 milhões para desenvolvimento territorial. “São iniciativas que evidenciam o compromisso da Caixa com o desenvolvimento regional, a equidade e a justiça ambiental”, disse Vieira. Inovação, digitalização e compromisso ambiental Vieira anunciou ainda a meta de zerar o uso de papel em todas as operações da Caixa, o que resultará na preservação de cerca de 44 mil árvores por ano. Apenas no crédito habitacional, que soma 3 mil operações diárias, a digitalização permitirá a eliminação de 4.400 árvores por ano. O presidente também compartilhou histórias de impacto direto das políticas da instituição, como a da pescadora Dona Silvete, da região Norte, que obteve um motor de popa por meio do microcrédito e triplicou sua produção sem agredir o meio ambiente. A Caixa mantém uma vice-presidência dedicada exclusivamente à sustentabilidade e adota o “Selo Azul” para construtoras e incorporadoras que evitam desperdícios em projetos habitacionais. A atuação em governança é reforçada com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), destacando a preocupação com a integridade e a transparência institucional. Rumo à COP30 Vieira concluiu reforçando o papel da Caixa como banco público parceiro do governo federal, com frentes estruturadas em habitação sustentável, cidadania resiliente, transição climática justa e financiamento de arranjos financeiros inovadores. Segundo ele, o banco está pronto para contribuir com soluções concretas até a realização da COP30, que ocorrerá no Brasil em 2025. “O caminho é coletivo, estruturado e baseado em compromissos reais. Estamos mobilizados para fazer acontecer”, finalizou. Matéria de Capa 6ª Edição, Outubro 2025 . 35 34 Revista Global ESG
Ler a edição completa e conferir a composição original
Escola Superior da Advocacia-Geral da União

Do encontro à formação permanente da advocacia pública.

A parceria com a ESAGU amplia o alcance do Global Meeting e fortalece o acesso de integrantes da AGU ao conhecimento produzido. A transmissão completa e a disponibilização especial do evento na plataforma da escola conectam o debate presencial à formação institucional.

Cobertura da parceria com a ESAGU na Revista Global ESG

Conhecimento que circula, permanece e forma.

A cobertura da página 116 registra a disponibilização permanente do conteúdo do encontro na plataforma institucional da ESAGU e a construção de módulos e trilhas baseados nos princípios do ESG20+. João Carlos Souto destacou a vocação do acervo para se tornar referência nacional.

A chamada da obra coletiva, lançada com AGU e ESAGU, amplia essa construção: reúne advocacia pública, academia e especialistas para sistematizar a visão brasileira do sistema fiscal com impacto socioambiental.

Conhecer a Escola Superior da AGU →Assistir aos painéis e à cobertura completa →Explorar a chamada pública da obra coletiva →
Acervo fotográfico oficial

O Global Meeting em sua coleção completa.

Abertura, conferência, painéis, participantes e encontros: navegue pelas páginas do álbum ou abra a coleção integral no Flickr.

Encontros que dão continuidade à cooperação

Uma relação institucional construída ao longo do tempo.

Audiência com a SEJAN · 21 de outubro de 2025

Após o Global Meeting, a visita do Instituto à Câmara de Promoção de Segurança Jurídica no Ambiente de Negócios da AGU aprofundou o diálogo pela sustentabilidade. A cobertura posterior também registra a formalização do procedimento de ingresso do Instituto na Câmara.

Visita à AGU · 15 de junho de 2026

A agenda de Sóstenes Marchezine na AGU integra a continuidade dos diálogos sobre conhecimento jurídico e sustentabilidade, com apresentação do estudo sobre a trajetória regulatória do reporte de sustentabilidade.

PGFN · visita de Anelize Almeida ao Instituto

A visita institucional de 7 de abril de 2026 fortalece a conexão entre transação tributária, conhecimento aplicado e desenvolvimento sustentável. A presença da PGFN no encontro e no prefácio da obra amplia a dimensão institucional dessa agenda.

Publicação de referência · Alexandre Arnone e Sóstenes Marchezine

Transações Tributárias Sustentáveis.

A obra aproxima justiça fiscal, governança ESG e desenvolvimento sustentável. Seus textos institucionais conectam a contribuição dos autores à advocacia pública e à advocacia brasileira.

Capa do livro Transações Tributárias Sustentáveis, de Alexandre Arnone e Sóstenes Marchezine

Conheça a obra e seus autores.

Explore a apresentação, o prefácio, o posfácio e os temas que conectam transação tributária, governança ESG e desenvolvimento sustentável.

Acessar a página do livro
Apresentação

Jorge Messias

Advogado-Geral da União

Prefácio

Anelize Lenzi Ruas de Almeida

Procuradora-Geral da Fazenda Nacional

Posfácio

José Alberto Simonetti e Felipe Sarmento Cordeiro

Presidência e Vice-Presidência do Conselho Federal da OAB

Jorge Messias sobre a obra · contexto de lançamento na OAB.

Assista à manifestação do ministro sobre a contribuição do livro para integrar segurança jurídica, justiça fiscal e governança ESG.

Conhecer o livro, seus autores e textos institucionais →Ler a cobertura da manifestação →
Governança Tributária Sustentável · conhecimento e continuidade

Do evento ao processo. Do conhecimento à agenda permanente.

A curadoria do documento de Governança Tributária Sustentável explicita a trajetória desta construção: o encontro abre o diálogo; a chamada pública amplia a produção científica; os conselhos organizam a cooperação; o Fórum oferece continuidade ao debate.

Governança Tributária Sustentável: capa, lombada e contracapa da obra coletiva
Obra coletiva · Editora Verde Vida

Governança Tributária Sustentável.

A visão brasileira do novo Sistema Fiscal com Impacto Socioambiental. A construção editorial aproxima a cooperação AGU–Instituto, a produção científica e a continuidade do Global Meeting.

Conhecer a obra coletivaAcessar a chamada pública
Origem e produção científica

Uma obra construída institucionalmente.

O edital vincula a obra coletiva ao Global Meeting e à parceria Instituto–AGU–ESAGU. Seus cinco eixos abrangem sistema fiscal sustentável, finanças públicas e ESG, controle e justiça fiscal, inovação normativa e experiências federativas.

Conhecer os eixos e a chamada →
ESG20+ e Conselho Permanente

Cooperação que ganha estrutura.

O Conselho de Instrumentos Fiscais e Tributários Sustentáveis aproxima competências jurídicas, fiscais, ambientais e formativas. AGU, SEJAN, Pronaclima, ESAGU, PGFN e PGF compõem a rede de conhecimento relacionada a essa agenda.

Explorar o Conselho e suas representações →
Inteligência fiscal

Dados e documentos para aprofundar a análise.

O Observatório conecta pesquisa, acervo e consulta de instrumentos fiscais, oferecendo uma continuidade prática ao repertório do encontro.

Acessar o Observatório de Inteligência Fiscal →
PATEN e transição energética

Conhecer os instrumentos da transformação.

PATEN e Fundo Verde aparecem no editorial e nos artigos da revista como referências centrais da agenda de inovação fiscal e transição energética.

Explorar o estudo da Lei do PATEN →
Do evento à permanência

Fórum Brasileiro de Governança Tributária Sustentável.

Um espaço de conhecimento e articulação que mantém em diálogo justiça fiscal, segurança jurídica e desenvolvimento econômico.

Conhecer o Fórum →
Aplicação e difusão

Programa TaxESG e Governança Tributária Sustentável.

Conhecimento especializado, formação e soluções conectadas à sustentabilidade fiscal, à governança e à responsabilidade institucional.

Conhecer TaxESG →Explorar o Programa →

Contextualização editorial a partir do documento “Governança Tributária Sustentável”, páginas 2 e 5–18, da Revista Global ESG nº 6 e do acervo institucional.

Arquitetura institucional · ESG20+ e Movimento ESG na Prática

Uma cooperação conectada a sete eixos de convergência.

O Programa ESG20+ estrutura princípios, conselhos e cooperação temática. O Movimento Interinstitucional ESG na Prática aproxima os setores que tornam essa agenda transversal: Estado, sistema de Justiça, empresas, sociedade, academia, relações internacionais e imprensa.

Manifesto ESG na Prática · Brasília, 27 de novembro de 2024

20 anos de legado. Um chamado à ação.

O Manifesto ESG na Prática conecta a trajetória do ESG entre 2004 e 2024 a uma agenda de compromisso, cooperação e implementação para 2025–2045. Inspirado pelo legado de Kofi Annan, aproxima proteção ambiental, justiça social e governança institucional público-privada, reunindo normas, políticas, capital, conhecimento e participação.

Nesta cooperação, essa visão ganha uma leitura concreta: instrumentos fiscais sustentáveis, segurança jurídica, formação da advocacia pública e produção científica se encontram em uma agenda de desenvolvimento nacional. Os 20 Princípios Norteadores oferecem referências para integrar políticas fiscais, ODS, financiamento, responsabilidade intergeracional, cooperação e integridade.

Ler o Manifesto e acessar seus documentos →Explorar os 20 Princípios Norteadores →

Uma referência para articular conhecimento e ação.

A convergência entre Poder Público e Sistema de Justiça orienta a leitura desta parceria: governança ética, educação para a sustentabilidade, cooperação multissetorial e instrumentos econômicos compõem um repertório comum para decisões e iniciativas institucionais.

A leitura pública do Manifesto, realizada por Sóstenes Marchezine no lançamento da Frente Parlamentar ESG na Prática, preserva a origem e o chamado coletivo dessa construção. A cobertura do Global Meeting na Revista nº 6 retoma os 20 anos do ESG e o papel da Frente Parlamentar na continuidade da agenda.

Conhecer a leitura pública do ManifestoConsultar a cobertura na Revista nº 6 →Conhecer o Protocolo de engajamento 20P →

Poder Público e Sistema de Justiça: sinergia central com a AGU.

A formulação e a execução de políticas públicas exigem segurança jurídica, capacidade institucional e diálogo entre competências. A advocacia pública conecta essas dimensões: participa do desenho normativo, orienta a Administração, atua na prevenção e resolução de conflitos e contribui para a proteção do interesse público.

Por isso, os eixos Poder Público e Sistema de Justiça oferecem conexões especialmente fortes com esta cooperação, sem perder a contribuição dos demais setores para pesquisa, inovação, participação e circulação do conhecimento.

Conhecer o Programa ESG20+ →Conhecer o Movimento ESG na Prática →
Infraestrutura de conhecimento

Observatórios para conectar debate, dados e aplicação.

Os temas do encontro ganham profundidade quando dialogam com normas, informações públicas, parâmetros ESG e Agenda 2030. Explore as conexões diretas e complementares desta agenda.

Explorar todos os observatórios do Instituto →

Inteligência Fiscal

Transações, documentos e instrumentos fiscais para aprofundar o repertório central da cooperação.

Explorar observatório →

ESG no Poder Público

Governança, capacidade institucional e incorporação da sustentabilidade às políticas públicas.

Explorar observatório →

ODS, ISO e Normalização

Agenda 2030 e referências normativas para organizar objetivos e caminhos de implementação.

Explorar observatório →

Convergência de Frameworks

Interoperabilidade de referências e métodos de governança e sustentabilidade.

Explorar observatório →

Parametrização ESG/ODS

Conexão entre princípios, objetivos e parâmetros para orientar a leitura da agenda.

Explorar observatório →

Reporte e Finanças Sustentáveis

Informações de sustentabilidade, financiamento e mecanismos de indução econômica.

Explorar observatório →

Integridade e Anticorrupção

Transparência e integridade como fundamentos da governança pública e fiscal.

Explorar observatório →

ESG no Mercado de Trabalho

Dimensão social da transformação: trabalho, inclusão e impactos sobre a atividade produtiva.

Explorar observatório →
Global Meeting · agendas que se complementam

Um circuito de diálogos sobre desenvolvimento sustentável.

A edição fiscal e tributária integra uma plataforma mais ampla de encontros. Finanças, circularidade e infraestrutura oferecem perspectivas complementares para a construção de soluções institucionais.

Conhecer todas as edições do Global Meeting →

Economia Circular e Cadeias Produtivas Sustentáveis

Inovação, produção, materiais e inclusão socioprodutiva.

Conhecer esta edição →

Logística, Infraestrutura e Transportes

Integração territorial, investimentos e desenvolvimento econômico sustentável.

Conhecer esta edição →
Medalha Kofi Annan · liderança e compromisso público

Jorge Messias e o reconhecimento de uma trajetória institucional.

A outorga reconhece sua atuação pública e o compromisso com governança e desenvolvimento sustentável, em uma rede de personalidades do sistema de Justiça e de outros setores.

Pessoas e vínculos documentados

Perfis relacionados à cooperação e ao acervo.

Participantes, autores, equipe editorial e pessoas mencionadas na cobertura. Consulte em cada perfil a natureza do vínculo e a fonte correspondente.

Governança e salvaguardas

Competências e transparência a serviço da cooperação.

Representação

O protocolo prevê representantes técnicos e institucionais para condução das ações.

Dados e sigilo

LGPD, Lei de Acesso à Informação e hipóteses de sigilo legal orientam o compartilhamento.

Condições financeiras

Sem transferência financeira ou doação de bens; eventual repasse depende de instrumento específico.

Assinaturas verificadas visualmente no original

Jorge Rodrigo Araújo Messias, pela AGU; Alexandre Arnone, Presidente do Instituto; e Sóstenes Marchezine, Vice-Presidente do Instituto.