Investimento responsável.
Da intenção à evidência.
Estudo do documento PRI identificado como edição 2019: natureza voluntária, públicos, seis princípios, governança, divulgação e uma matriz de implementação com evidências.
Leitura editorial do Instituto Global ESG · documento-base identificado como edição 2019 · curadoria em 3 de outubro de 2026.

Um compromisso que percorre toda a cadeia de investimento.
O documento descreve uma iniciativa de investidores, apoiada pela ONU e em parceria com a UNEP FI e o Pacto Global. Sua proposta conecta questões ESG à análise financeira, ao exercício dos direitos sobre os ativos e à prestação de contas, considerando os interesses de longo prazo dos beneficiários.
Os princípios são voluntários e orientadores. Sua utilidade está na tradução em políticas, decisões, engajamento e acompanhamento. A aplicação depende das características dos ativos, dos mandatos e das responsabilidades fiduciárias pertinentes.
Atualização oficial consultada em 03/10/2026: o PRI recebe proprietários de ativos, gestores de investimento e prestadores de serviços. Para signatários investidores, as páginas atuais informam reporte anual e requisitos mínimos relacionados a política de investimento responsável, supervisão sênior e pessoal responsável pela implementação. Esses requisitos de filiação não devem ser confundidos com os exemplos históricos da edição analisada.
Seis princípios, responsabilidades conectadas.
As descrições abaixo são paráfrases editoriais. Abra cada princípio para conhecer uma aplicação sugerida e a evidência correspondente.
01Integrar ESG à decisãoConsiderar questões ambientais, sociais e de governança na análise e na decisão de investimento.
Aplicação sugerida
Revisar a política de investimentos, identificar fatores relevantes por setor e documentar sua influência nas decisões.
Evidência a preservar
Política aprovada, memorandos de investimento e registros das análises.
02Exercer propriedade ativaLevar questões ESG às políticas e práticas de exercício dos direitos de propriedade dos ativos.
Aplicação sugerida
Definir diretrizes de voto e engajamento, objetivos, responsáveis e critérios de acompanhamento e escalonamento.
Evidência a preservar
Política de voto, histórico de votos, registros de diálogo e respostas das investidas.
03Buscar divulgação adequadaSolicitar às entidades investidas informações que permitam compreender questões ESG relevantes.
Aplicação sugerida
Especificar dados necessários, escopo, periodicidade, qualidade e metodologia; registrar lacunas e pedidos de esclarecimento.
Evidência a preservar
Solicitações, relatórios recebidos, fichas de qualidade e trilha das fontes.
04Promover a adoçãoEstimular a aceitação e a implementação dos princípios na cadeia de investimento.
Aplicação sugerida
Integrar expectativas ESG à seleção de gestores, aos mandatos e ao acompanhamento de prestadores.
Evidência a preservar
Critérios de seleção, cláusulas dos mandatos e avaliações dos gestores.
05Colaborar para implementarCooperar com outros participantes para ampliar a efetividade da implementação.
Aplicação sugerida
Participar de redes e iniciativas com objetivos definidos, compartilhar aprendizados e avaliar contribuições concretas.
Evidência a preservar
Planos de colaboração, atas, entregas e avaliação dos resultados.
06Relatar atividades e progressoDar transparência às atividades e ao avanço na implementação dos princípios.
Aplicação sugerida
Organizar evidências, comunicar resultados e limitações e revisar o plano com base no progresso observado.
Evidência a preservar
Relatório de progresso, indicadores, responsáveis e registro de revisão.
Transformar compromisso em uma trilha verificável.
Esta matriz é uma proposta de trabalho do Instituto, inspirada nas ações da página 6. Os indicadores não são requisitos, notas ou critérios oficiais de avaliação do PRI. Defina escopo, linha de base e periodicidade antes de utilizá-los.
| Princípio | Ação | Evidência | Indicador sugerido |
|---|---|---|---|
| 1. Integrar ESG à decisão | Revisar a política de investimentos, identificar fatores relevantes por setor e documentar sua influência nas decisões. | Política aprovada, memorandos de investimento e registros das análises. | Proporção das decisões do escopo que documentam a avaliação ESG; denominador e exceções explicitados. |
| 2. Exercer propriedade ativa | Definir diretrizes de voto e engajamento, objetivos, responsáveis e critérios de acompanhamento e escalonamento. | Política de voto, histórico de votos, registros de diálogo e respostas das investidas. | Engajamentos com objetivo, prazo e resultado registrado; distinguir atividade de mudança observada. |
| 3. Buscar divulgação adequada | Especificar dados necessários, escopo, periodicidade, qualidade e metodologia; registrar lacunas e pedidos de esclarecimento. | Solicitações, relatórios recebidos, fichas de qualidade e trilha das fontes. | Cobertura da carteira com dados suficientes para a análise definida; indicar estimativas e dados ausentes. |
| 4. Promover a adoção | Integrar expectativas ESG à seleção de gestores, aos mandatos e ao acompanhamento de prestadores. | Critérios de seleção, cláusulas dos mandatos e avaliações dos gestores. | Mandatos do escopo com expectativas ESG verificáveis e revisão documentada. |
| 5. Colaborar para implementar | Participar de redes e iniciativas com objetivos definidos, compartilhar aprendizados e avaliar contribuições concretas. | Planos de colaboração, atas, entregas e avaliação dos resultados. | Iniciativas colaborativas com entregas verificáveis; participação isolada não representa impacto. |
| 6. Relatar atividades e progresso | Organizar evidências, comunicar resultados e limitações e revisar o plano com base no progresso observado. | Relatório de progresso, indicadores, responsáveis e registro de revisão. | Compromissos com evidência, prazo e situação reportados; reconhecer atrasos e limites de atribuição. |
Política, capacidade, acompanhamento e revisão.
Roteiro editorial adaptável à organização. Não substitui os procedimentos de adesão e reporte vigentes do PRI.
Definir o mandato
Delimitar carteira, classes de ativos, beneficiários, responsáveis, conflitos de interesse e instâncias de aprovação.
Mapear materialidade e dados
Identificar temas relevantes ao investimento, fontes, qualidade dos dados e lacunas. Registrar como a análise informa a decisão.
Executar com evidências
Integrar análise ESG, voto e engajamento aos processos; acompanhar gestores e preservar decisões e justificativas.
Prestar contas e ajustar
Revisar indicadores e resultados, distinguir atividades de efeitos e comunicar limitações e melhorias necessárias.
Conselho e alta liderança
Aprovar política, objetivos, supervisão e accountability.
Comitê e gestão
Traduzir o mandato em critérios de alocação, stewardship e monitoramento.
Dados, riscos e compliance
Controlar fontes, qualidade, conflitos, proteção de dados e trilha de auditoria.
Revisão independente
Testar controles e evidências sem converter adesão em selo de desempenho.
Conectar referências, preservando suas funções.
O PRI orienta práticas de investimento. A divulgação pelas investidas, os compromissos de conduta e as agendas de desenvolvimento cumprem funções complementares. As relações abaixo constituem análise editorial, sem equivalência automática entre instrumentos.
Pacto Global da ONU
Princípios de conduta empresarial que ajudam a contextualizar expectativas sobre as investidas.
Consultar referência →Agenda 2030 e ODS
Objetivos de desenvolvimento que podem orientar a análise de resultados; alinhamento exige metas e evidências.
Consultar referência →IFRS S1 e S2
Referência de divulgação financeira de sustentabilidade; a relação com o PRI é complementar e não equivale à conformidade.
Consultar referência →Consulte a fonte e aprofunde a leitura.
Princípios para o Investimento Responsável · PRI Association · documento em português identificado como edição 2019 · 12 páginas. Arquivo original preservado, sem alteração do conteúdo.
Proveniência: anexo fornecido ao acervo persistente do Instituto Global ESG.
Integridade SHA-256: 8e68b4975f3a1b836a9ae42132719b05da4153ccb7bec92016ccaabde55414f7
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Mapa de leitura do documento
- Página 3: mensagem histórica do secretário-geral da ONU.
- Página 4: missão, compromisso fiduciário e seis princípios.
- Página 5: crescimento histórico e razões para investir responsavelmente.
- Página 6: ações possíveis para cada princípio.
- Páginas 7–10: apoio à implementação, colaboração, reporte, redes e capacitação no contexto histórico.
- Página 12: parceiros UNEP FI e Pacto Global da ONU.
Contextualização em fontes primárias
- PRI · apresentação institucional e seis princípios
- PRI · introdução ao investimento responsável, atualização indicada em 28/04/2026
- PRI · propriedade ativa e stewardship
- PRI · adesão, públicos e compromissos oficiais
- PRI · requisitos mínimos e processo de accountability
Consulta editorial: 03/10/2026. O estudo é de responsabilidade do Instituto Global ESG. A disponibilização do documento não implica parceria, endosso ou representação do PRI. Crédito do documento original: PRI Association; marcas e conteúdo pertencem aos respectivos titulares.
