Instituto Global ESG

Instituto Global ESG apresenta

Programa de Inclusão Social PCD

Inclusão que começa no acesso, se comprova na permanência e evolui com carreira, autonomia e participação.

Uma arquitetura institucional para apoiar organizações públicas e privadas na transformação de obrigações, compromissos e desafios reais em governança, acessibilidade, trabalho digno e impacto verificável.

8
eixos integrados
360°
diagnóstico institucional
Contínua
governança da inclusão
Auditável
trilha de evidências

O problema público

A contratação é um marco. A inclusão é um sistema.

A reserva legal de cargos é uma ação afirmativa essencial, mas sua efetividade depende de condições concretas de acesso, seleção, qualificação, acessibilidade, acolhimento, desenvolvimento e permanência. Sem essa arquitetura, a política corre o risco de ser tratada como obrigação isolada, enquanto barreiras organizacionais continuam produzindo exclusão.

O Programa nasce para aproximar direitos, gestão e realidade operacional. Reconhece que as organizações têm deveres objetivos e, ao mesmo tempo, precisam desenvolver capacidade institucional para cumpri-los de modo sustentável, verificável e compatível com a dignidade e a autonomia das pessoas.

O ponto de partida não é justificar a distância entre a organização e a inclusão. É tornar essa distância mensurável, governável e progressivamente menor.

Risco jurídico

Descumprimento, fragilidade documental, litígios, sanções e impactos em contratações públicas.

Risco humano

Seleção excludente, ambientes inacessíveis, baixa permanência, assédio e subaproveitamento de competências.

Risco operacional

Ações fragmentadas, responsabilidades difusas, funções não analisadas e adaptações tardias.

Risco reputacional

Compromissos sem evidências, social washing e comunicação dissociada da experiência real.

Base jurídica e institucional

Direitos, deveres e capacidade de implementação.

O Programa organiza referências complementares, incluindo o arcabouço ministerial examinado no expediente dirigido à SIT/MTE. A aplicação concreta das normas permanece sujeita à vigência, às competências públicas e à análise jurídica de cada organização.

Reserva legal

Lei nº 8.213 de 1991

O art. 93 estabelece a reserva de cargos para pessoas com deficiência e beneficiários reabilitados em empresas com 100 ou mais empregados.

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Direitos e inclusão

Lei Brasileira de Inclusão

A Lei nº 13.146 de 2015 orienta igualdade de oportunidades, acessibilidade, adaptação razoável e trabalho em ambiente inclusivo.

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Direitos humanos

Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

A Convenção integra o ordenamento brasileiro com equivalência constitucional e orienta autonomia, não discriminação, acessibilidade e participação.

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Contratações públicas

Lei nº 14.133 de 2021

A nova Lei de Licitações conecta a reserva de cargos à habilitação, à execução e à manutenção das condições contratuais.

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Procedimento especial de ação fiscal

IN SIT nº 133 de 2017

Referencial histórico-procedimental mobilizado no expediente dirigido à SIT/MTE, em conexão com o art. 627-A da CLT, para orientação, saneamento e construção de compromissos fiscalizáveis. Sua incidência deve ser lida à luz da consolidação normativa posterior.

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Auditoria-Fiscal do Trabalho

IN MTP nº 2 de 2021

Consolida procedimentos a serem observados pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, inclusive na fiscalização da inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados, na organização das diligências e na atuação institucional competente.

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Cálculo e certidão SIT

Portaria Consolidada MTE nº 1 de 2025

Disciplina os parâmetros atuais da reserva, as inclusões e exclusões da base, o arredondamento de frações e a emissão da certidão oficial com informações prestadas pelo empregador ao eSocial.

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Arquitetura de implementação

Oito eixos para uma inclusão sustentável.

Os eixos funcionam de forma integrada. Avançar apenas em recrutamento, sem acessibilidade, permanência, carreira e governança, mantém as causas estruturais da exclusão.

Eixo 01

Governança e responsabilidade

Patrocínio da alta liderança, instância multissetorial, papéis definidos, participação de pessoas com deficiência, orçamento e prestação de contas.

Eixo 02

Acessibilidade integral

Barreiras físicas, digitais, comunicacionais, tecnológicas e atitudinais tratadas como riscos de gestão e prioridades de investimento.

Eixo 03

Trabalho e desenho de funções

Análise técnica das atividades e ambientes, requisitos essenciais, riscos, adaptações possíveis e oportunidades em toda a organização.

Eixo 04

Atração e recrutamento

Busca ativa, canais acessíveis, parcerias qualificadas, seleção sem barreiras e registro consistente das ações de recrutamento.

Eixo 05

Qualificação e emprego apoiado

Formação aderente às funções, preparação de lideranças, trilhas de aprendizagem e suporte individualizado quando necessário.

Eixo 06

Acolhimento e permanência

Integração acessível, adaptações razoáveis, tecnologias assistivas, prevenção de assédio e acompanhamento da experiência de trabalho.

Eixo 07

Carreira e desenvolvimento

Equidade remuneratória, avaliação justa, mobilidade, formação continuada, sucessão e presença de pessoas com deficiência em posições de liderança.

Eixo 08

Evidências e melhoria contínua

Metas, indicadores, trilha documental, avaliação de efetividade, transparência proporcional e correção periódica do plano de inclusão.

Método aplicado

Um ciclo de implementação, prova e aprendizagem.

A jornada é dimensionada conforme porte, setor, dispersão territorial, estrutura de cargos, maturidade, riscos e capacidades já existentes.

Participação de pessoas com deficiência Proteção de dados e não discriminação Evidências e melhoria contínua
  1. 01

    Diagnosticar

    Mapear quadro, funções, unidades, barreiras, capacidades, dados disponíveis, riscos e maturidade institucional.

  2. 02

    Instituir a governança

    Definir liderança responsável, comitê, participação de pessoas com deficiência, responsabilidades e fluxos decisórios.

  3. 03

    Pactuar metas e prioridades

    Organizar um plano proporcional, mensurável e temporal, sem reduzir a inclusão a um cálculo isolado.

  4. 04

    Implementar

    Executar acessibilidade, recrutamento, qualificação, adaptações, formação de gestores e ações de permanência.

  5. 05

    Monitorar e comprovar

    Acompanhar indicadores, registrar diligências, avaliar resultados e manter evidências íntegras e auditáveis.

  6. 06

    Revisar e evoluir

    Corrigir barreiras, atualizar metas, compartilhar aprendizados e ampliar a inclusão para carreira, liderança e cadeia de valor.

Instrumentos de gestão

Entregas que deixam capacidade instalada.

O escopo é pactuado caso a caso. As entregas apoiam decisões e execução, mas não constituem certificação automática de conformidade legal.

01

Diagnóstico 360°

Linha de base institucional, regulatória, funcional, de acessibilidade, cultura e dados.

02

Mapa de funções e barreiras

Leitura das atividades, requisitos essenciais, riscos, adaptações e oportunidades de inclusão.

03

Plano estruturado de inclusão

Metas, ações, prazos, responsáveis, recursos, dependências e critérios de revisão.

04

Protocolo de recrutamento acessível

Canais, linguagem, seleção, parcerias, busca ativa e documentação das diligências.

05

Matriz de adaptações razoáveis

Fluxo de solicitação, análise, resposta, implementação, confidencialidade e acompanhamento.

06

Trilha formativa

Formação para lideranças, RH, saúde e segurança, jurídico, compras, equipes e pessoas contratadas.

07

Painel de indicadores

Funil de contratação, cobertura, permanência, progressão, acessibilidade e efetividade das ações.

08

Relatório de evolução

Síntese periódica de resultados, obstáculos, evidências, riscos e medidas corretivas.

Painel de evolução

Medir para corrigir. Reportar para governar.

Indicadores devem permitir decisão e melhoria, sem expor informações pessoais ou produzir classificações discriminatórias. Dados de saúde e deficiência exigem finalidade legítima, acesso restrito, segurança e minimização.

  • Cobertura da reserva legal e sua evolução no tempo
  • Vagas acessíveis abertas, candidaturas, entrevistas, admissões e motivos de perda no funil
  • Tempo de resposta e implementação de adaptações razoáveis
  • Acessibilidade de unidades, sistemas, conteúdos e processos seletivos
  • Retenção, absenteísmo contextualizado e desligamentos analisados com salvaguardas
  • Mobilidade, promoções, remuneração e presença em funções de liderança
  • Lideranças e equipes formadas, com avaliação de aprendizagem e aplicação
  • Qualidade, integridade e atualidade da trilha de evidências

Conformidade progressiva supervisionada

Metas progressivas não substituem a lei. Organizam a capacidade de cumpri-la.

Quando juridicamente cabível, planos mensuráveis, prazos definidos, governança, transparência e acompanhamento podem qualificar o diálogo institucional e soluções consensuais, sem esvaziar a ação afirmativa.

Estado e sistema de justiça

Interfaces técnicas com MTE, SIT, instâncias de qualificação e emprego, Justiça do Trabalho, MPT, CNJ e demais órgãos competentes, respeitada a autonomia institucional.

Organizações e cadeias de valor

Alta liderança, RH, jurídico, saúde e segurança, operações, compras, fornecedores e contratantes unidos por metas e responsabilidades verificáveis.

Pessoas e sociedade civil

Participação qualificada de pessoas com deficiência, entidades representativas, organizações formadoras, redes de empregabilidade, sindicatos e academia.

Salvaguarda institucional

O Instituto Global ESG pode diagnosticar, estruturar, articular, formar, acompanhar e produzir evidências. Não substitui fiscalização, perícia, decisão judicial ou competência administrativa; não promete dispensa de dever legal nem emite chancela automática.

Selo do Programa de Inclusão Social PCD: governança, acessibilidade e participação
Identidade institucional do Programa de Inclusão Social PCD

Identidade estratégica

Um selo de compromisso com método, participação e impacto verificável.

O selo identifica iniciativas, conteúdos e instrumentos vinculados à arquitetura do Programa. Sua composição integra pessoas, acessibilidade, trajetória e evolução, traduzindo uma inclusão que deve ser construída com governança, escuta qualificada e melhoria contínua.

GovernançaResponsabilidades, metas, recursos, decisão e prestação de contas.
AcessibilidadeRemoção contínua de barreiras físicas, digitais, comunicacionais e atitudinais.
ParticipaçãoPessoas com deficiência presentes na concepção, implementação e avaliação.

Uso responsável do selo. A marca institucional não equivale a certificação, homologação pública ou declaração automática de conformidade legal. Qualquer autorização de uso por terceiros dependerá de análise, critérios próprios, instrumento formal e regras de integridade do Programa.

Retrato de Sóstenes Marchezine, vice-presidente do Instituto Global ESG e coordenador do Programa de Inclusão Social PCDCoordenação do Programa
Sóstenes MarchezineVice-Presidente do Instituto Global ESG

Liderança com experiência vivida

Conhecimento técnico, compromisso institucional e a perspectiva de quem também enfrenta barreiras no dia a dia.

O Programa de Inclusão Social PCD é coordenado pelo vice-presidente do Instituto Global ESG, Sóstenes Marchezine, com o suporte integrado de toda a equipe da instituição.

Sóstenes é pessoa com deficiência decorrente de uma condição rara, a doença de Charcot-Marie-Tooth (CMT). Essa experiência não o define por inteiro, mas aproxima a direção do Programa das realidades que pretende transformar: acessibilidade, autonomia, participação, trabalho, permanência e respeito.

Há desafios que se compreendem pelos estudos, pelas normas e pela atuação profissional. Outros também são conhecidos no corpo, na rotina e nas escolhas de cada dia. O Programa reúne essas duas formas de conhecimento para escutar melhor e agir com responsabilidade.
Escuta com humanidadeA experiência vivida amplia a sensibilidade para barreiras que indicadores isolados nem sempre revelam.
Uma equipe inteira em suporteA coordenação mobiliza competências jurídicas, institucionais, técnicas, editoriais e de articulação do Instituto.
Experiência convertida em métodoA vivência pessoal não substitui a diversidade das pessoas com deficiência; reforça o dever de ouvi-las e incluí-las nas decisões.
Conhecer a trajetória do vice-presidente

Diagnóstico preliminar assistido

Envie a base autorizada para uma leitura técnica mais consistente.

Este fluxo é diferente da proposta de cooperação. Ele registra uma solicitação de análise, sua data-base, o responsável autorizado e os documentos necessários para reconciliar quadro, vínculos, memória de cálculo, certidão SIT e contexto institucional.

01Simulação imediata

Preenchimento quantitativo, maturidade declarada e PDF automatizado.

Usar a calculadora
02Análise assistida

Dossiê técnico, validação documental, conciliação e protocolo próprio.

Preparar envio
Antes de enviar

Prepare uma fotografia única e verificável da empresa.

  1. 1
    Defina a data-base

    Use a mesma data de referência em todos os documentos e inclua matriz e estabelecimentos abrangidos.

  2. 2
    Reúna as fontes

    Priorize exportação autorizada do eSocial em ZIP/XML, folha consolidada ou planilha de vínculos e a certidão oficial SIT.

  3. 3
    Explique as particularidades

    Informe retificações, afastamentos, desligamentos, intermitentes, aprendizes, decisões, termos ou divergências já conhecidas.

  4. 4
    Minimize os dados

    Envie apenas o necessário. Não compartilhe senhas, certificado digital, laudos médicos individuais, currículos ou documentos pessoais sem necessidade e base adequada.

Formulário próprio do diagnóstico

Solicitação de diagnóstico preliminar

Preencha os dados de governança e anexe o dossiê disponível. A equipe poderá solicitar complementação antes de emitir uma leitura técnica.

01Responsável autorizadoQuem responde pelo envio e pode esclarecer os documentos.
02Escopo da leituraRecorte temporal, territorial e finalidade do diagnóstico.
03Fontes e documentosIndique o conteúdo do dossiê antes de selecionar os arquivos.
eSocialZIP ou XML exportado pelo empregador ou procurador autorizado.
Quadro e vínculosXLSX ou CSV, preferencialmente com CPF mascarado.
Certidão e evidênciasPDF, DOC, DOCX ou ODT com o contexto necessário.
04Declarações e protocoloBase de governança para recebimento e triagem.

O protocolo comprova o recebimento, não a suficiência dos documentos, a regularidade da empresa, a validação do eSocial ou a aceitação de cooperação.

Diagnóstico inteligente · versão inicial

Da quantidade legal à capacidade real de inclusão.

Informe o quadro da empresa, qualifique as premissas e receba uma leitura inicial com memória de cálculo, lacuna, maturidade, prioridades e PDF institucional personalizado.

Cruzamento responsável de dadosCNPJ público + dados declarados + metodologia legal + orientação para a certidão SIT.
Base estimada0total menos exclusões normativas
Alíquota0%Sem reserva legal quantitativa pelo art. 93
Reserva estimada0frações arredondadas para cima
Leitura quantitativaOKsem lacuna estimada
01
Encontre e confirme a organizaçãoDigite uma única vez: CNPJ, razão social ou nome fantasia.

O CNPJ funciona como chave de vínculo com a memória institucional. Dados cadastrais públicos não revelam o quadro de empregados e não substituem eSocial, folha, fiscalização ou certidão SIT.

02
Construa a memória de cálculoUse os números consolidados de todos os estabelecimentos da empresa no país.
03
Avalie a maturidade institucionalEscolha a situação mais próxima da realidade atual em cada dimensão.
04
Gere e registre o primeiro diagnósticoO protocolo entra automaticamente no painel específico do Programa.
Certidão oficial SIT/MTEO sistema oficial exige verificação humana e não disponibiliza API pública documentada. Emita no canal ministerial e, se desejar, anexe o PDF para incorporá-lo integralmente ao diagnóstico.
Emitir ou baixar na SIT
Observatório e interoperabilidade

O que já é cruzado — e o que exige uma segunda camada técnica.

AutomáticoCNPJ e identidade empresarial

Razão social, nome fantasia, situação, município, UF e atividade econômica, quando a interface cadastral pública responde.

CalculadoReserva, lacuna e cenários

Faixa legal, exclusões informadas, arredondamento, preenchimento computável e marcos gerenciais de evolução.

ContextualRAIS, CAGED, CBO e território

As bases abertas do Observatório apoiam análises setoriais, ocupacionais e territoriais. Dados agregados não substituem a folha nem comprovam a situação individual da empresa.

Oficial externoeSocial e certidão SIT

A emissão e a verificação permanecem no sistema ministerial. Não há API pública documentada que autorize o Instituto a emitir a certidão em nome da SIT.

Diagnóstico do InstitutoLeitura preliminar para orientar conferência, governança e próximos passos. Usa dados declarados e, quando disponível, identificação cadastral pública.

Certidão oficial SIT/MTEDocumento ministerial emitido em sistema externo, baseado nos dados informados pelo empregador ao eSocial. O Instituto não o emite nem valida.

Entender o serviço oficial

SIT/MTE · particularidades que mudam a leitura

Estimativa, certidão e fiscalização são camadas diferentes.

A calculadora organiza uma primeira leitura gerencial. A certidão é emitida exclusivamente pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, com base nas informações prestadas pelo empregador ao eSocial. A análise fiscal, por sua vez, pode considerar documentos, diligências e situações que não se esgotam na certidão.

01Diagnóstico inicial

Dados declarados, memória transparente, riscos e prioridades. Não comprova regularidade.

02Certidão SIT

Retrato administrativo baseado no eSocial, sem validação das informações pela SIT e sem afastar fiscalização.

03Fluxos próprios

Decisões judiciais e termos de compromisso em procedimento especial de ação fiscal seguem tramitação específica perante a Auditoria-Fiscal do Trabalho.

Governança ESG20+ · Conselho 09

O Programa passa a contar com um Grupo de Trabalho próprio na arquitetura do ESG20+.

O GT de Inclusão Social PCD e Empregabilidade Inclusiva está vinculado ao Conselho Permanente de Inclusão Social e Diversidade. Ele organiza a agenda técnica do Programa, conecta especialistas, sistematiza evidências e leva propostas, instrumentos e aprendizados à governança do ESG20+.

01Sóstenes Marchezine02Ana Clara Moura03Eduardo Fayet04Alexandre Arnone05Gláucia Uliana06Júnio Sarmento

Trajetória institucional

Da governança do CNJ ao diálogo técnico com a SIT.

Uma trilha documental de proposição, deliberação, encaminhamento e cooperação. Os marcos registram agendas e instrumentos públicos sem atribuir ao Instituto competências de fiscalização, regulação ou certificação legal.

  1. 01

    Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social

    No âmbito do CNJ, a Comissão Permanente constitui a instância político-institucional que antecede e acompanha a arquitetura nacional de sustentabilidade, responsabilidade social e acessibilidade do Poder Judiciário.

    Base institucional CNJ
  2. 02

    Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário

    A Portaria Presidência CNJ nº 134/2025 institui a Rede, organiza sua governança e atribui ao Comitê Gestor Nacional funções de proposição de diretrizes, monitoramento, articulação e divulgação de resultados.

    Portaria nº 134/2025
  3. 03

    Composição do Comitê Gestor Nacional

    A Portaria Presidência CNJ nº 320/2025 designa os integrantes do colegiado, incluindo Sóstenes Marchezine entre os especialistas em sustentabilidade que participam da governança nacional.

    Ver marco público
  4. 04

    Instalação do colegiado

    A reunião inaugural consolida o Comitê como espaço nacional de governança, com participação de diferentes segmentos do Judiciário, advocacia, academia e sociedade civil.

    Ver cobertura
  5. 05

    Proposição formal e dossiê sugestivo

    Sóstenes Marchezine submete ao presidente do Comitê Gestor Nacional proposição para inclusão em pauta, acompanhada de dossiê, exposição de motivos, nota técnica comparativa e minuta de Recomendação do CNJ.

    Conhecer a tramitação
  6. 06

    Deliberação conjunta no CNJ

    A matéria é debatida em reunião conjunta da Comissão Permanente e do Comitê Gestor Nacional. O encaminhamento aprovado conduz a proposta ao Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial para análise especializada e eventuais desdobramentos.

    Ver decisão registrada
  7. 07

    Despacho SEI/CNJ nº 2513845

    A comunicação institucional registra o despacho do expediente SEI nº 03815/2026 e formaliza a sequência documental da proposta no Conselho Nacional de Justiça.

    Ver síntese pública
  8. 08

    Ciclo técnico com a SIT e o MTE

    A apresentação ao Ministério do Trabalho, a visita de auditores fiscais à sede do Instituto e a agenda na Secretaria de Inspeção do Trabalho ampliam o diálogo sobre inclusão produtiva, evidências e conformidade progressiva supervisionada.

    Ver agenda na SIT

Dossiê documental · CNJ

Do protocolo à análise especializada.

Os documentos apresentados constroem uma proposta de governança jurisdicional. Preservam a obrigatoriedade da política de cotas e organizam meios progressivos, mensuráveis e auditáveis para sua efetividade.

Proposição no Comitê GestorDeliberação conjuntaEncaminhamento ao Comitê de PCDAnálise institucional
Instrumento 01

Proposição formal ao Comitê Gestor Nacional

Pedido de inclusão em pauta e deliberação de diretrizes nacionais para o tratamento jurisdicional estruturado das controvérsias do art. 93 da Lei nº 8.213/1991 em interface com a Lei nº 14.133/2021.

Solicitar acesso
Instrumento 02

Exposição de motivos

Fundamentação constitucional, regulatória e institucional sobre inclusão laboral, segurança jurídica, continuidade de contratos públicos e preservação do núcleo obrigatório da política afirmativa.

Solicitar acesso
Instrumento 03

Nota técnica comparativa

Compara o modelo adversarial e exclusivamente aritmético com um modelo estruturado, progressivo, mensurável, auditável e sujeito a monitoramento institucional.

Solicitar acesso
Instrumento 04

Minuta de Recomendação do CNJ

Texto em oito artigos com diretrizes para planos de conformidade, metas, cronogramas, busca ativa, acessibilidade, adaptação razoável, relatórios, indicadores e técnicas consensuais. Permanece minuta em análise, não ato normativo vigente.

Solicitar acesso
Deliberação

Encaminhamento ao Comitê de PCD

A pauta oficial contextualiza a reunião conjunta da Comissão Permanente e do Comitê Gestor Nacional. A página registra a remessa posterior para análise complementar do Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial.

Solicitar acesso
Registro SEI

Despacho nº 2513845 · SEI 03815/2026

Registro institucional do encaminhamento do despacho e da movimentação do expediente no CNJ. O arquivo disponibilizado documenta a remessa, sem substituir o documento original do processo SEI.

Solicitar acesso
Governança de acesso · preenchimento único

Identifique-se para consultar o acervo.

O cadastro registra alcance e finalidade. A autorização para comunicações é opcional e independente da liberação.

Estágio corretamente identificado. A minuta de Recomendação foi apresentada, debatida e encaminhada para análise. Esta página não a qualifica como ato normativo editado, nem antecipa decisão do CNJ ou do Comitê especializado.

Acessar a cobertura pública

Artigo de referência e agenda pública

Da controvérsia jurídica à governança capaz de produzir inclusão real.

A produção jurídica e a cobertura do Portal Global ESG permitem acompanhar os fundamentos da pauta, suas tensões práticas e suas interfaces com o CNJ, a SIT e o MTE.

JOTA · Trabalhista · Juízo de Valor · 9 de junho de 2026

Política de cotas para PCD, base de cálculo e governança estruturante

O proporcional e o razoável entre as perspectivas trabalhista, empresarial e licitatória.

Ler o artigo no JOTA
Tese estruturante
A política de cotas preserva seu núcleo obrigatório. Sua efetividade, porém, exige leitura sistemática, realidade probatória e uma governança capaz de transformar obrigação em acesso, permanência, carreira e inclusão verificável.

O artigo desloca o debate de uma oposição simplista entre “cumprir” e “não cumprir” para uma análise mais exigente: o que a organização fez, quais barreiras enfrentou, como estruturou suas funções, que diligências comprovou e quais resultados sustentáveis produziu — sem esvaziar a ação afirmativa.

Perspectiva trabalhista

Direito fundamental e dever objetivo

A reserva legal é ponto de partida. Dignidade, igualdade material, não discriminação e função social orientam a interpretação e vedam exclusões genéricas.

Perspectiva empresarial

Estrutura real, diligência e prova

Funções, contratos, rotatividade, recrutamento, qualificação e adaptações precisam ser examinados concretamente e documentados de modo íntegro.

Perspectiva licitatória

Habilitação, execução e continuidade

A aferição repercute em certames e contratos públicos. Por isso, segurança jurídica e proteção da política inclusiva devem ser tratadas de forma sistêmica.

Arquitetura extraída da reflexão

Quatro perguntas que transformam controvérsia em capacidade institucional

  1. 01
    Qual é o dever aplicável?

    Identificar norma, base de incidência, responsabilidades e efeitos jurídicos sem relativizar a política pública.

  2. 02
    Qual é a realidade organizacional?

    Mapear cargos, funções, unidades, contratos, riscos, barreiras e possibilidades concretas de inclusão.

  3. 03
    Quais diligências e evidências existem?

    Examinar recrutamento, busca ativa, qualificação, acessibilidade, adaptações, evolução histórica e registros verificáveis.

  4. 04
    Qual governança produzirá resultado?

    Definir metas, responsáveis, recursos, participação de pessoas com deficiência, monitoramento e correção contínua.

O artigo não propõe
  • dispensa genérica da política de cotas;
  • exclusão abstrata de cargos ou funções;
  • sanção ou absolvição dissociada da prova;
  • substituição da inclusão por formalismo documental.
O artigo orienta
  • preservação da força normativa da ação afirmativa;
  • proporcionalidade com fundamentação concreta;
  • diligência efetiva, reiterada e comprovável;
  • governança permanente para inclusão sustentável.
Do artigo ao Programa

Os oito eixos da LP operacionalizam essa chave de leitura: governança, acessibilidade, desenho de funções, recrutamento, qualificação, permanência, carreira e evidências. A reflexão jurídica torna-se método de implementação, diálogo institucional e aprendizagem.

Revisitar os oito eixos
Símbolo internacional de acessibilidade em destaque editorial
Portal Global ESG · Sistema de Justiça

CNJ discute diretrizes para o tratamento judicial do cumprimento da cota legal

A agenda aproxima inclusão, responsabilidade social e tratamento institucional de controvérsias relacionadas ao mundo do trabalho.

Acessar cobertura
CNJ

Fachin nomeia membros do Comitê Gestor Nacional de Sustentabilidade

Ato de composição do colegiado nacional criado para fortalecer a governança sustentável do Poder Judiciário.

Ver matéria
CNJ

CNJ instala Comitê Gestor Nacional com participação do Instituto Global ESG

Cobertura da instalação do colegiado e da participação de Sóstenes Marchezine como representante da advocacia e da sociedade civil.

Ver matéria
TST

Art. 93 da Lei nº 8.213 de 1991: TST harmoniza inclusão social e viabilidade empresarial

Análise do precedente que diferencia descumprimento deliberado de insuficiência acompanhada por diligência efetiva e documentada.

Ver matéria
CNJ

CNJ discute diretrizes para o tratamento judicial da cota legal

A proposta é debatida em reunião conjunta e encaminhada para análise complementar do Comitê da Pessoa com Deficiência no Âmbito Judicial.

Ver matéria
SIT e MTE

Instituto apresenta proposta estruturada para ampliar a inclusão de pessoas com deficiência

A matéria detalha conformidade progressiva supervisionada, governança aplicada e a interface entre o art. 93 e as contratações públicas.

Ver matéria
Visita institucional

Auditores fiscais do MTE visitam a sede do Instituto Global ESG

Luiz Henrique Ramos Lopes e Isabel de Ávila Torres participam da agenda de cooperação técnica com o ecossistema ESG na Prática.

Ver matéria
Agenda na SIT

Instituto Global ESG realiza agenda na Secretaria de Inspeção do Trabalho

A reunião em Brasília consolida o diálogo técnico e as perspectivas de mesas permanentes, parâmetros de conformidade assistida e cooperação institucional.

Ver matéria

Conexão ESG20+ e Agenda 2030

Princípios, metas e indicadores em uma única inteligência de impacto.

Os Princípios 8 e 9 do ESG20+ conectam educação e cultura à inclusão social e à diversidade. A matriz abaixo explicita como o Programa contribui para metas dos ODS — sem presumir causalidade automática e com indicadores adaptados à realidade de cada cooperação.

ODS 4
Meta 4.5 · Indicador 4.5.1

Educação de qualidade

Acesso equitativo à educação e à formação profissional por grupos vulnerabilizados, incluindo pessoas com deficiência.

ODS 8
Meta 8.5 · Indicadores 8.5.1 e 8.5.2

Trabalho decente

Emprego pleno e produtivo, trabalho decente, remuneração e desemprego desagregados, inclusive por condição de deficiência.

ODS 10
Meta 10.2 · Indicador 10.2.1

Redução das desigualdades

Inclusão social, econômica e política e leitura das desigualdades também segundo idade, sexo e deficiência.

ODS 16
Meta 16.7 · Indicadores 16.7.1 e 16.7.2

Instituições eficazes e inclusivas

Decisões responsivas, inclusivas, participativas e representativas aplicadas à governança do programa.

ODS 17
Meta 17.16 · Indicador 17.16.1

Parcerias para implementação

Parcerias multissetoriais que mobilizam e compartilham conhecimento, tecnologia, recursos e capacidade institucional.

ODS 18
Objetivo brasileiro · ISIR e indicadores étnico-raciais

Igualdade étnico-racial

Recorte interseccional de trabalho, renda, oportunidades e barreiras por raça ou cor e deficiência, quando as bases e o tamanho amostral permitirem.

Leitura de contribuição. ODS 4 orienta formação acessível; ODS 8, acesso, remuneração e permanência no trabalho; ODS 10, redução de desigualdades; ODS 16, governança inclusiva; ODS 17, cooperação multissetorial; e o ODS 18 acrescenta a lente brasileira de igualdade étnico-racial. As metas e indicadores oficiais servem como referência e devem ser traduzidos em métricas proporcionais, com proteção de dados, suficiência amostral e participação das pessoas com deficiência. O ODS 18 é uma construção nacional brasileira e não integra o conjunto global de 17 objetivos da ONU.

Observatórios e cruzamentos possíveis

Do CNPJ a uma leitura territorial, ocupacional e institucional.

O primeiro diagnóstico combina dados declarados com consultas cadastrais públicas. A evolução prevista permite integrar, de forma lícita e tecnicamente validada, séries abertas do Instituto, RAIS, CAGED, CBO e recortes territoriais. Dados do eSocial e a certidão PCD permanecem no ambiente oficial da SIT/MTE.

CAMADA 01Identidade cadastral

CNPJ, razão social, atividade, município e situação cadastral para contextualizar a organização consultada.

CAMADA 02Reserva calculada

Base declarada, faixa legal, percentual, quantitativo exigido, quadro atual e diferença estimada.

CAMADA 03Contexto aberto

Setor, ocupações, mercado de trabalho, território, formação e indicadores dos observatórios para qualificar hipóteses.

CAMADA 04Fonte oficial externa

eSocial e certidão da SIT/MTE para a verificação administrativa, sem reprodução nem captura indevida de dados restritos.

Capacidade de tradução e convergência

Conhecemos, em profundidade, os desafios da empresa, do setor público e das pessoas com deficiência.

Por isso, podemos atuar como facilitadores de procedimentos, diálogos e interfaces — conectando dever jurídico, realidade operacional, competência pública e experiência concreta de inclusão.

01

Empresa e setor produtivo

Compreendemos os desafios de base de cálculo, desenho de funções, recrutamento, qualificação, adaptações razoáveis, permanência, cadeia de fornecedores, documentação e efeitos em licitações e contratos.

  • Alta liderança e governança
  • RH, jurídico e saúde e segurança
  • Operações, compras e contratos
  • Indicadores e trilha de evidências
02

Setor público e sistema de justiça

Organizamos a interlocução respeitando competências, procedimentos, autonomia técnica, fiscalização, tutela de direitos, políticas públicas e os limites próprios de cada instituição.

  • Diálogo interinstitucional
  • Planos, metas e monitoramento
  • Soluções consensuais juridicamente cabíveis
  • Segurança jurídica e interesse público
03

Pessoas com deficiência

Partimos de direitos, autonomia e participação. A experiência das pessoas com deficiência orienta a identificação de barreiras, a priorização de respostas e a avaliação da inclusão efetivamente vivida.

  • Escuta acessível e qualificada
  • Participação nas decisões
  • Acesso, permanência e carreira
  • Proteção de dados e não discriminação
04

Procedimentos e interfaces

Transformamos perspectivas diferentes em uma agenda comum, com responsabilidades, etapas, linguagem compreensível, evidências, salvaguardas e critérios de evolução.

  • Diagnóstico e mapa de atores
  • Mesas técnicas e oficinas
  • Plano de ação e governança
  • Acompanhamento e aprendizagem
Demanda concretaEscutar e compreender
Leitura integradaTraduzir riscos e capacidades
GovernançaOrganizar interfaces e decisões
ImplementaçãoAcompanhar evidências e evolução

Facilitar não é substituir. O Programa não fala em nome das pessoas com deficiência, não interfere na autonomia de órgãos públicos e não substitui fiscalização, decisão, representação jurídica ou responsabilidade da organização. Sua função é criar condições para que os atores certos participem, decidam e implementem com clareza, método e integridade.

Formulário próprio do Programa

Proposta de cooperação para inclusão sustentável

Apresente o contexto real da iniciativa. Os campos de aprofundamento permitem uma triagem técnica, jurídica, institucional e operacional mais precisa.

01Responsável e instituiçãoQuem propõe e possui capacidade para conduzir o diálogo.
02Enquadramento da cooperaçãoO que se pretende construir e para quem.
Públicos diretamente relacionados

Selecione todas as opções aplicáveis.

03Viabilidade e capacidadesTempo, recursos, contrapartidas e apoio necessário.
04Salvaguardas e impactoParticipação, acessibilidade, evidências e proteção de direitos.
05Projeto e documentos de apoioEnvie uma apresentação mais completa para qualificar a análise.
Se a proposta exigir mais contexto, reúna tudo em um PDF.

O documento pode conter resumo executivo, problema, público, objetivos, escopo, cronograma, orçamento, governança, participação de pessoas com deficiência, recursos de acessibilidade, indicadores, riscos e contrapartidas. Não inclua dados pessoais sensíveis de terceiros sem base legal e necessidade.

Até 3 arquivos · PDF preferencialmente; também DOC, DOCX ou ODT · máximo de 20 MB por arquivo.

O envio não constitui aceitação, contratação, certificação, chancela de conformidade ou compromisso de parceria. Propostas passam por análise de aderência, capacidade, integridade e viabilidade.

Pessoas, órgãos e conexões

Uma rede identificada, contextualizada e navegável.

Os perfis distinguem autoria, participação em agendas, competência pública, vínculo institucional e cobertura editorial. A inclusão no diretório não presume parceria, representação ou adesão além das evidências indicadas em cada ficha.

Construção institucional

Inclusão sustentável exige compromisso, método e continuidade.

O Instituto Global ESG está aberto a cooperações com organizações, poder público, sistema de justiça, academia, entidades representativas e redes de empregabilidade para desenvolver diagnósticos, planos, formação, indicadores e projetos-piloto.

Propor cooperação