Agendas que se reconhecem
Mapeamento de temas, proposições, capacidades e oportunidades de cooperação entre diferentes atores.
Rede ESG · convergência parlamentar e multissetorial
Promovida pelo Instituto Global ESG, a Coalizão aproxima frentes e grupos parlamentares, órgãos colegiados, instituições públicas, setor produtivo, academia, sociedade civil e organismos de cooperação. Seu papel é identificar pontos de encontro, organizar diálogo qualificado e criar condições para iniciativas conjuntas, respeitando competências, autonomias e mandatos próprios.
Mapeamento de temas, proposições, capacidades e oportunidades de cooperação entre diferentes atores.
Construção de entendimentos possíveis sem apagar diferenças institucionais, políticas ou setoriais.
Tradução do diálogo em estudos, consultas, eventos, instrumentos, projetos e outras entregas verificáveis.
Clima, energia, bioeconomia, direitos humanos, integridade, inovação, trabalho, cidades, tributação e desenvolvimento territorial atravessam diferentes comissões, setores e níveis federativos. A Coalizão organiza essas interdependências para reduzir dispersão, antecipar sinergias e qualificar decisões.
Compreender como uma decisão ambiental, social, econômica ou regulatória repercute sobre outras agendas.
Valorizar soluções federativas, experiências territoriais e práticas com potencial de adaptação e escala.
Mobilizar pesquisa, experiência institucional e escuta de partes interessadas para qualificar o debate público.
Reconhecer complementaridades, lacunas e sobreposições antes de estruturar uma ação conjunta.
A participação é construída conforme a natureza da agenda e o instrumento aplicável. Integrar uma articulação não transfere competências, cria representação automática nem substitui os processos decisórios de cada organização.
Agendas legislativas, diálogo político, audiências, proposições e articulação temática no Congresso e nos territórios.
Políticas públicas, regulação, fiscalização, implementação, dados e capacidades federativas.
Experiência operacional, inovação, cadeias de valor, investimento e desafios de implementação.
Pesquisa, método, avaliação, formação, evidências e independência técnica.
Participação social, direitos, conhecimento local, controle social e legitimidade.
Referências comparadas, intercâmbio, assistência técnica e conexão com agendas globais.
Cada frente ou iniciativa deve nascer de um problema claramente formulado e avançar com escopo, participantes, governança, entregas e critérios de acompanhamento compatíveis com sua complexidade.
Identificar problema, contexto, atores, iniciativas existentes, evidências, riscos e oportunidades.
Reunir instituições com competência, legitimidade, conhecimento ou capacidade de implementação.
Definir objetivo, escopo, papéis, instrumento, agenda, recursos, entregas e salvaguardas.
Executar ações, produzir conhecimento, mobilizar públicos e documentar decisões.
Observar marcos, indicadores, riscos, aprendizados e correções de rota.
Comunicar participantes, fontes, resultados, limites e próximos passos com clareza proporcional.
A Coalizão não impõe um catálogo fechado. Suas frentes podem evoluir conforme o contexto público, a aderência aos princípios institucionais e a capacidade concreta de gerar valor coletivo.
Transição climática e energética, biodiversidade, água, resíduos, recursos e cadeias produtivas responsáveis.
Trabalho digno, saúde, educação, diversidade, inclusão, proteção social e oportunidades.
Ética, transparência, participação, dados, controles, prestação de contas e prevenção ao greenwashing.
Investimento, inovação, competitividade, segurança jurídica, instrumentos fiscais e transição justa.
Cidades, estados, comunidades, desenvolvimento regional e disseminação responsável de boas práticas.
Inteligência artificial, infraestrutura digital, pesquisa, qualificação e inovação orientada ao impacto.
Sua atuação se relaciona com os 20 Princípios Norteadores do ESG para o Desenvolvimento Sustentável, com o Programa ESG20+, com a Frente Parlamentar ESG na Prática e com o processo de construção do Marco Regulatório do ESG. Essas conexões oferecem linguagem comum e instrumentos para transformar convergência em agenda pública.
Referências para integridade, cooperação, inovação, inclusão e desenvolvimento sustentável.
Arquitetura de legado e ação para os próximos vinte anos da agenda ESG.
Ponte com o Congresso Nacional para diálogo legislativo, participação e inteligência regulatória.
Processo de integração, simplificação e racionalização do ambiente normativo ESG brasileiro.
O registro audiovisual oficial documenta o ato de assinatura e a articulação institucional entre a Frente Parlamentar ESG na Prática e a Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, no ambiente da Coalizão Sustentável e do Programa ESG20+. Participam do registro os deputados federais Júlio Lopes e Flávio Nogueira e Sóstenes Marchezine, então vice-presidente do Instituto Global ESG e cofundador do Movimento Interinstitucional ESG na Prática. O vídeo é apresentado com matérias e fotografias para preservar contexto, autoria e rastreabilidade do marco.
TV Global ESG · registro oficial de 1min10s do ato que conecta as frentes parlamentares, a Coalizão Sustentável e o Programa ESG20+.
Assistir no YouTubeA curadoria reúne fontes publicadas pelo ecossistema do Instituto e registros fotográficos da Frente. O objetivo é permitir que discurso, participação no evento, agenda ESG20+ e memória institucional possam ser consultados sem perder a origem de cada evidência.
Matérias sobre a manifestação de Júlio Lopes, a participação da Frente no evento e o contexto institucional do Global Meeting de Finanças Sustentáveis.
O registro específico do ato de assinatura é complementado pelo pronunciamento de Júlio Lopes, pelo pós-evento e pela coleção audiovisual da edição, preservando o marco institucional e sua repercussão.
O álbum oficial do Global Meeting reúne 613 registros do evento realizado em 17 de junho de 2025, incluindo participantes, falas, articulações e atos institucionais.
Álbum do acervo Global ESG com 17 fotografias do lançamento da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, realizado em 25 de março de 2025.
Em 19 de fevereiro de 2025, no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar do BRICS formalizou sua adesão aos 20 Princípios Norteadores do ESG e sua integração à Coalizão Sustentável. O ato conecta desenvolvimento sustentável, diplomacia parlamentar e cooperação internacional em um registro público preservado pelo Instituto.
A participação em uma frente, ação ou instrumento da Coalizão deve observar aderência institucional, boa-fé, legalidade, integridade, autonomia, proteção de dados, comunicação responsável e prevenção de conflitos de interesse. A integração à rede não equivale a certificação, endosso irrestrito de práticas, autorização automática de uso de marca ou concordância com toda manifestação de outros participantes.
Cada iniciativa explicita finalidade, participantes, responsabilidades, prazos e resultados esperados.
A cooperação não elimina competências legais, posições próprias nem instâncias internas de decisão.
Divulgações, assinaturas e referências institucionais dependem do instrumento e das autorizações aplicáveis.
Marcos, documentos e resultados devem ser contextualizados, evitando afirmações genéricas ou indução a erro.
O portal organiza os marcos públicos da Coalizão e conecta a rede a agendas, documentos, notícias, radares e projetos relacionados. A atualização editorial deverá distinguir atos formalizados, articulações em desenvolvimento e possibilidades futuras, preservando contexto e rastreabilidade.
Apresente o contexto, o desafio, os participantes envolvidos e a hipótese de contribuição. O Instituto avaliará aderência, oportunidade, governança e o instrumento mais adequado para iniciar o diálogo.