Um programa de implementação
Reúne tecnologia, habitação, economia circular, financiamento e impacto em uma jornada comum, da validação ao território.
Moradia sustentável · economia circular · impacto territorial
O RE GLOBAL conecta materiais recuperados, construção industrializada, territórios e parceiros para desenvolver moradias acessíveis, seguras e de menor impacto.


O projeto, direto ao ponto
Economia circular é fazer o recurso permanecer em uso por mais tempo. No RE GLOBAL, essa lógica encontra a habitação: materiais recuperados podem integrar sistemas construtivos, desde que a solução seja segura, legal, viável e adequada às famílias e ao território.
Reúne tecnologia, habitação, economia circular, financiamento e impacto em uma jornada comum, da validação ao território.
Organiza parceiros, requisitos, evidências e decisões para estruturar pilotos e avançar com responsabilidade.
Poder público, indústria, finanças, ciência, comunidades e organizações que desejam construir impacto mensurável.
A proposta une impacto social, uso eficiente de recursos, inovação produtiva e cooperação — com conexões diretas aos Princípios ESG20+ e aos ODS.

Moradia acessível, regeneração, circularidade e cooperação reunidas em uma composição institucional única.

Moradia que regenera. Futuro que inclui.
A casa ocupa o centro porque a dignidade humana é a finalidade. O ciclo verde representa circularidade e regeneração; a trama celular remete à inovação construtiva; o alcance global conecta territórios e conhecimento. Os cinco núcleos traduzem os 5Ps da Agenda 2030.
O uso do selo identifica iniciativas formalmente vinculadas ao programa. Não substitui licenças, avaliação técnica, certificação, conformidade ou asseguração independente.
Quem faz o programa acontecer
Coordenação, conhecimento, mobilização e visão programática se combinam para transformar boas ideias em projetos organizados, transparentes e prontos para cooperação.
Essa governança dá clareza aos compromissos ESG e facilita a tradução dos ODS em responsabilidades, entregas e indicadores.
Conduz o programa, conecta os territórios e organiza as decisões entre os participantes.
Traduz ESG, ODS, indicadores e referências técnicas em critérios claros de implementação.
Mobiliza poder público, empresas, academia, comunidades e sociedade civil em torno da implementação.
Conecta o RE GLOBAL aos 20 Princípios do ESG e à agenda de cooperação e implementação 2025–2045.

Do material recuperado à casa pronta para viver
A proposta usa componentes modulares produzidos com materiais recuperados e montagem industrializada. O RE GLOBAL conecta essa solução ao terreno, ao projeto, às licenças, ao financiamento e às necessidades reais de quem vai morar.
A circularidade reduz desperdícios potenciais, estimula novas cadeias produtivas e conecta inovação, cidades sustentáveis e ação climática.
Primeiro protótipo em desenvolvimento
O primeiro protótipo apresentado ao programa reúne uma proposta preliminar para 12 unidades em Maringá (PR), com render de referência, planta baixa corrigida e cortes técnicos. É um passo relevante da formulação conceitual para o planejamento físico, orçamentário e territorial.
Ampliar prancha A prancha permite organizar a próxima rodada de análise entre arquitetura, engenharia, cadeia de materiais, território, orçamento e governança. Ela torna a proposta mais legível para parceiros públicos, privados, técnicos, financeiros e comunitários — sem antecipar conclusões que ainda dependem de validação.
Consolidar requisitos de desempenho, acessibilidade, conforto, segurança, infraestrutura, licenciamento, orçamento, origem dos materiais, ciclo de vida e aderência às necessidades das famílias e do território.
A publicação registra uma etapa de desenvolvimento. Não constitui anúncio de obra concluída, contratação, aprovação regulatória, certificação, financiamento assegurado ou preço definitivo.
Veja a proposta por dentro
O vídeo permite observar fachada, circulação, ambientes e acabamentos de uma unidade demonstrativa. É uma forma simples de visualizar a proposta antes de explorar os detalhes técnicos.
Acervo de evidências · 27 registros reais
Explore a unidade demonstrativa, seus ambientes, a tecnologia e os encontros que conectam solução construtiva, política habitacional e impacto socioambiental.

Registro externo da solução habitacional apresentada ao público, com fachada, estrutura e acabamento concluídos.
Entenda o caminho da solução
Dois cadernos visuais mostram, de forma direta, o processo produtivo, os componentes, uma aplicação internacional e os pontos que precisam ser considerados na implantação.

Apresentação do conceito de painéis acopláveis e componentes construtivos, acompanhada pela rota técnica de ensaios, normas e avaliação independente do Programa.

Registro de implantação física apresentado no caso internacional, evidenciando que infraestrutura e território antecedem a operação industrial.
Seis eixos inseparáveis
O programa organiza seis frentes que conectam o material à vida real: território, desempenho, circularidade, clima, pessoas e governança.
Os seis eixos transformam compromissos ESG/ODS em decisões práticas de projeto, contratação, implantação e acompanhamento.
Escolher onde e para quem implantar, com terreno regular, infraestrutura, licenças e aderência às políticas habitacionais.
Comprovar segurança, durabilidade, conforto, manutenção e desempenho do sistema antes de ampliar sua aplicação.
Saber de onde vêm os materiais, como são transformados, quanto é reaproveitado e qual será sua destinação futura.
Medir emissões, energia, água, resíduos e impactos ao longo da vida útil da moradia, com método e comparação.
Entregar moradia acessível e saudável, ouvir as famílias, qualificar pessoas e gerar oportunidades de trabalho digno no território.
Definir responsabilidades, recursos, riscos, contratos, controles e prestação de contas para dar segurança a parceiros e territórios.
Aspectos técnicos e segurança para avançar
Cada etapa responde a uma pergunta objetiva: a solução é regular, segura, viável e adequada para seguir adiante? Assim, parceiros investem tempo e recursos com mais clareza.
Instrumento de governança, escopo, papéis, propriedade intelectual, regras de marca, dados e decisão.
Titularidade, cadeia contratual, composição, capacidade industrial, fornecedores, riscos jurídicos e alegações técnicas.
Plano com laboratório ou ITA, amostras rastreáveis, critérios de aceitação e relatório técnico independente.
Normas ABNT, rota SiNAT/DATec quando cabível, ART/RRT, aprovações e requisitos do agente financeiro.
Terreno, projeto, orçamento, licenças, financiamento, beneficiários, seguros, salvaguardas e matriz de responsabilidades.
Obra, entrega, desempenho em uso, satisfação, emissões, resíduos, custos, prazos e correção de desvios.
Replicação apenas com evidências, atualização técnica, viabilidade integral e governança territorial preservada.
Produtos inovadores sem norma técnica específica devem passar pela avaliação técnica do SiNAT por uma Instituição Técnica Avaliadora; os resultados subsidiam o DATec. A rota aplicável deve considerar a ABNT NBR 15575, o PBQP-H, exigências municipais, responsabilidade técnica e regras do agente financeiro.
Consultar orientação oficial do SiNATUm caminho claro para sair do papel
O programa organiza oito fases, do diagnóstico territorial à expansão. Cada uma mostra o objetivo, o que precisa ser feito, o que deve ser entregue e qual decisão permite avançar.
Transformar uma intenção genérica em um problema público delimitado, com população, território, demanda, infraestrutura e restrições conhecidas.
Definir quem propõe, decide, executa, fiscaliza, verifica, comunica, financia e responde por cada risco.
Separar documentação comprovada, hipótese técnica, alegação comercial e resultado ainda não verificado.
Demonstrar que sistema, projeto e execução atendem aos requisitos aplicáveis ao uso, ao local e à vida útil pretendida.
Converter a solução validada em empreendimento executável, financiável e protegido contra custos ou responsabilidades ocultas.
Aprender em escala controlada, documentando construção, custo, prazo, segurança, qualidade e participação social.
Verificar se a entrega funciona para as famílias e se os resultados decorrem, de forma plausível, das ações do programa.
Replicar o que foi comprovado, adaptar o que depende do território e interromper o que não demonstrou valor ou segurança.
Conheça as instituições, lideranças e referências que ajudam a situar o programa. Cada participante entra com uma contribuição definida e os vínculos formais permanecem identificados.
Leitura simples, limites claros
Não. É uma plataforma de governança e implementação que pode organizar tecnologias, projetos, territórios, atores, financiamento e evidências. A responsabilidade por projeto, fabricação, obra, licenciamento e assistência deve permanecer formalmente atribuída a agentes habilitados.
A página documenta uma proposição e um acervo recebido. A aptidão depende do sistema específico, do uso, do projeto, do local, dos ensaios e da rota regulatória aplicável. Imagens, reuniões ou protótipos não equivalem a certificação.
Não há inscrição habitacional ou promessa automática de unidade nesta página. Eventuais beneficiários devem ser definidos por políticas, programas, contratos e critérios públicos do território responsável.
Não. Interesse, agenda, apresentação e intercâmbio técnico são etapas preliminares. Contratação exige processo próprio, recursos, licenças, responsabilidades e instrumentos formais.
Pode apresentar capacidade, escopo, equipe, evidências e contribuição pretendida no formulário de cooperação. O envio inicia triagem; não cria parceria, autorização de marca, exclusividade ou compromisso financeiro.
Com linha de base, fronteiras declaradas, unidades comparáveis, fontes rastreáveis e método publicado. Potencial de reciclagem, massa recebida e massa efetivamente incorporada são grandezas diferentes e serão tratadas separadamente.
Cada matéria deve ser verificada por agente competente e independente quando necessário: laboratórios e instituições avaliadoras para desempenho, responsáveis técnicos para projeto e obra, e metodologia auditável para indicadores ESG.
Somente após vínculo formal, escopo autorizado e observância das regras de identidade. O selo identifica participação no programa; não substitui certificação, licença, laudo, aprovação pública ou chancela financeira.
O diálogo iniciado com o município oferece uma oportunidade de estudar uma demonstração do RE GLOBAL em contexto real. O próximo passo é aproximar demanda, área, solução, parceiros e recursos em uma proposta territorial bem estruturada.
Um piloto territorial pode tornar visíveis os ganhos sociais, ambientais e econômicos e criar uma base de aprendizagem para novas cidades.
Valor que pode ser acompanhado
O painel acompanha o que realmente importa: materiais recuperados, moradias entregues, desempenho, emissões, benefícios sociais, custos e qualidade da governança.
Indicadores conectados aos ODS e aos Princípios ESG20+ tornam o resultado compreensível para governos, investidores, parceiros e sociedade.
Massa de material processado e incorporado; teor reciclado; origem comprovada; perdas e destinação.
Unidades efetivamente contratadas, iniciadas e entregues; famílias atendidas; acessibilidade e satisfação pós-ocupação.
Resultados de ensaios e inspeções; não conformidades; manutenção; comportamento térmico, acústico e de segurança.
kgCO₂e por unidade e por m², com escopo, base de comparação, fronteiras e metodologia publicados.
Situação fundiária, acesso a infraestrutura e serviços, tempo de licenciamento e aderência ao planejamento urbano.
Empregos locais, pessoas qualificadas, segurança do trabalho, diversidade e resolutividade do canal de manifestações.
Custo total entregue, desvio de orçamento, prazo real, custo de manutenção e fonte de financiamento.
Diligências concluídas, riscos críticos tratados, decisões registradas, recursos rastreados e evidências verificadas.
Correlação integral aos 20 Princípios
Cada princípio é traduzido em uma aplicação objetiva do RE GLOBAL — da inclusão social à inovação limpa, da economia circular à cooperação multissetorial.
Conhecer os 20 PrincípiosOrganiza requisitos urbanísticos, ambientais, construtivos, fundiários e financeiros em uma matriz única de conformidade.
Prevê trilhas proporcionais para municípios, comunidades, cooperativas, indústrias, empresas e financiadores.
Prioriza população vulnerabilizada, riscos climáticos, habitabilidade, localização segura e proteção social.
Integra eficiência, energia limpa e instrumentos de incentivo à viabilidade do ciclo habitacional.
Estrutura rastreabilidade de materiais, balanço de massa, conteúdo reciclado, perdas e fim de vida.
Define papéis, alçadas, conflitos de interesse, diligência, recursos, decisões e prestação de contas.
Incorpora escuta das famílias, consulta territorial, canal de manifestações e devolutivas documentadas.
Mobiliza formação técnica, letramento climático, uso e manutenção da moradia e cultura de circularidade.
Trata acessibilidade, não discriminação, diversidade, desenho universal e acesso justo à moradia.
Condiciona inovação a ensaio, desempenho, segurança, conformidade, monitoramento e melhoria.
Mapeia incentivos, compras, tributação, fundos e contrapartidas sem antecipar benefício não formalizado.
Avalia durabilidade, manutenção, saúde, valor de uso, resíduos e impactos ao longo do ciclo de vida.
Vincula cada entrega a metas e indicadores oficiais, evitando associação apenas declaratória.
Conecta governos, empresas, ciência, sociedade civil, finanças e organismos internacionais com responsabilidades claras.
Estrutura elegibilidade, riscos, custo total, capacidade de pagamento, blended finance e proteção dos beneficiários.
Integra direitos humanos, trabalho digno, saúde e segurança, integridade e gestão ambiental à execução.
Publica linha de base, método, resultado, limite, verificação e evolução dos indicadores do programa.
Promove aprendizagem entre territórios e referências internacionais sem presumir equivalência, vínculo ou autorização.
Separa potencial, meta, intenção, contratação e resultado; exige prova para alegações ambientais, sociais e econômicas.
Integra coordenação, apoio científico, mobilização e parceria programática em um ciclo comum de implementação.
ODS aplicados à moradia sustentável
Veja como cada ODS se conecta ao programa, o que a meta propõe, como o indicador é definido e onde consultar as referências da ONU, do ODS Brasil/IBGE e do Observatório do Instituto.
Até 2030, garantir direitos iguais aos recursos econômicos, aos serviços básicos, à propriedade e ao controle sobre a terra e outros ativos, especialmente para pessoas pobres e vulneráveis.
Proporção da população que vive em domicílios com acesso a serviços básicos.
Até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água potável, segura e acessível para todas as pessoas.
Proporção da população que utiliza serviços de água potável geridos de forma segura.
Até 2030, alcançar saneamento e higiene adequados e equitativos para todas as pessoas e acabar com a defecação a céu aberto, com atenção às situações de vulnerabilidade.
Proporção da população que utiliza serviços de saneamento geridos de forma segura.
Proporção da população com instalação para lavar as mãos com água e sabão disponível no domicílio.
Até 2030, assegurar acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia.
Proporção da população com acesso à eletricidade.
Proporção da população que depende principalmente de combustíveis e tecnologias limpos.
Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global.
Participação das energias renováveis no consumo final total de energia.
Até 2030, alcançar emprego pleno e produtivo, trabalho decente e remuneração igual para trabalho de igual valor.
Rendimento médio por hora, desagregado por sexo, ocupação, idade e condição de deficiência.
Taxa de desocupação, desagregada por sexo, idade e condição de deficiência.
Proteger direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros, inclusive para trabalhadores migrantes e em vínculos precários.
Lesões ocupacionais fatais e não fatais por 100 mil trabalhadores, por sexo e situação migratória.
Até 2030, modernizar infraestrutura e reabilitar indústrias para torná-las sustentáveis, com eficiência no uso de recursos e tecnologias ambientalmente adequadas.
Emissão de dióxido de carbono por unidade de valor adicionado.
Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todas as pessoas, sem discriminação.
Proporção de pessoas que vivem abaixo de 50% da renda mediana, por sexo, idade e condição de deficiência.
Até 2030, garantir acesso de todas as pessoas à habitação segura, adequada e acessível, aos serviços básicos e à urbanização de assentamentos precários.
Proporção da população urbana que vive em assentamentos precários, informais ou moradias inadequadas.
Até 2030, ampliar a urbanização inclusiva e sustentável e a capacidade de planejamento e gestão participativos, integrados e sustentáveis.
Proporção de cidades com estrutura de participação direta da sociedade civil no planejamento e gestão urbanos, operando regularmente e de forma democrática.
Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, com atenção à qualidade do ar e à gestão de resíduos.
Proporção de resíduos sólidos urbanos coletados e geridos em instalações controladas, em relação ao total gerado, por cidade.
Ampliar políticas e planos integrados para inclusão, eficiência de recursos, mitigação e adaptação climática, resiliência e gestão de riscos de desastres.
Proporção de governos locais que adotam e implementam estratégias locais de redução de riscos de desastres alinhadas às estratégias nacionais.
Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais.
Pegada material total, per capita e por unidade do PIB.
Consumo interno de materiais total, per capita e por unidade do PIB.
Até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por prevenção, redução, reciclagem e reúso.
Taxa nacional de reciclagem e toneladas de material reciclado.
Incentivar empresas a adotar práticas sustentáveis e integrar informações de sustentabilidade aos seus relatórios.
Número de empresas que publicam relatórios de sustentabilidade.
Integrar medidas de mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais.
Emissões totais de gases de efeito estufa por ano.
Desenvolver instituições eficazes, responsáveis e transparentes em todos os níveis.
Proporção da população satisfeita com sua última experiência com serviços públicos.
Garantir tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis.
Proporção da população que considera a tomada de decisão inclusiva e responsiva, por sexo, idade, deficiência e grupo populacional.
Reforçar a parceria global para o desenvolvimento sustentável por meio de parcerias multissetoriais que mobilizem e compartilhem conhecimento, tecnologia e recursos.
Número de países que relatam progresso em estruturas de monitoramento da eficácia de parcerias multissetoriais para os ODS.
Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas e com a sociedade civil, aproveitando experiência e estratégias de mobilização de recursos.
Montante, em dólares dos Estados Unidos, comprometido com parcerias público-privadas para infraestrutura.
A ONU apresenta a referência global; o ODS Brasil/IBGE organiza a leitura estatística nacional; e o Observatório do Instituto conecta essas fontes à aplicação do RE GLOBAL. O método e o recorte usados em cada projeto permanecerão identificados.
Do território aos compromissos internacionais
O programa aproxima política habitacional, economia circular, indústria de menor impacto e financiamento sustentável. No Brasil, dialoga com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Minha Casa Minha Vida e o PBQP-H/SiNAT; globalmente, conecta-se à ISO 59004, aos ODS e à agenda de descarbonização da habitação.
Essa convergência amplia o potencial de cooperação, inovação, investimento de impacto e aprendizagem entre territórios.

Produção local e cadeia circular
Uma implantação industrial pode conectar fornecedores, recicladores, profissionais e territórios, estimulando produção local, qualificação e inovação. Para gerar valor sustentável, precisa combinar qualidade, eficiência, segurança, rastreabilidade e destinação responsável.
A cadeia produtiva reúne oportunidades ligadas a trabalho digno, indústria sustentável, cidades, consumo responsável, clima e parcerias.
Observatórios do Instituto
O RE GLOBAL não caminha sozinho. Os Observatórios do Instituto ajudam parceiros a localizar metas, comparar frameworks, organizar métricas e acompanhar evidências ao longo da implantação.
Acesse objetivos, metas, indicadores e fontes oficiais para acompanhar a contribuição do programa com precisão.
Explorar metas e indicadoresCompare normas, padrões e metodologias e identifique qual referência responde melhor a cada decisão do projeto.
Comparar referênciasConecte dimensões ESG, Princípios ESG20+, ODS e evidências em uma arquitetura comum de métricas e gestão.
Conhecer a parametrizaçãoFaça um cadastro rápido para acessar os materiais institucionais e conhecer a visão geral e a proposta territorial de Sorocaba.
Conceito, sistema modular, abordagem industrial e proposição geral encaminhada para análise.
Disponível após cadastroRecorte territorial e premissas preliminares do projeto em avaliação no município.
Disponível após cadastroConte o que sua organização pode oferecer ou precisa desenvolver. A equipe usará as informações para identificar sinergias e organizar o próximo diálogo.
Base pública de confiança
Consulte as fontes oficiais e multilaterais que orientam a construção do programa e a atualização de cada projeto.
Municípios, empresas, universidades, financiadores, organizações e comunidades podem contribuir com território, conhecimento, tecnologia, recursos e capacidade de mobilização.