Instituto Global ESG
Programas Programa em desenvolvimento e articulação

Moradia sustentável · economia circular · impacto territorial

RE GLOBAL

Moradia que regenera. Futuro que inclui.

O RE GLOBAL conecta materiais recuperados, construção industrializada, territórios e parceiros para desenvolver moradias acessíveis, seguras e de menor impacto.

Identidade RE em instalação industrial apresentada nos documentos do Programa RE GLOBALSelo do Programa RE GLOBAL: moradia que regenera, futuro que inclui
Imagem de referência fornecida pelos proponentes · uso institucional
REpensarREcuperarREconstruirREgenerar
01 / CONTEXTO

O projeto, direto ao ponto

Transformar materiais recuperados em moradia sustentável.

Economia circular é fazer o recurso permanecer em uso por mais tempo. No RE GLOBAL, essa lógica encontra a habitação: materiais recuperados podem integrar sistemas construtivos, desde que a solução seja segura, legal, viável e adequada às famílias e ao território.

O que é

Um programa de implementação

Reúne tecnologia, habitação, economia circular, financiamento e impacto em uma jornada comum, da validação ao território.

O que entrega

Projetos mais preparados para acontecer

Organiza parceiros, requisitos, evidências e decisões para estruturar pilotos e avançar com responsabilidade.

Para quem

Territórios e parceiros da nova economia

Poder público, indústria, finanças, ciência, comunidades e organizações que desejam construir impacto mensurável.

A proposta une impacto social, uso eficiente de recursos, inovação produtiva e cooperação — com conexões diretas aos Princípios ESG20+ e aos ODS.

Identidade visual do Programa RE GLOBAL com moradia acessível, circularidade, sustentabilidade, os cinco Ps e a arquitetura institucional do programa
Identidade visual do Programa

Moradia acessível, regeneração, circularidade e cooperação reunidas em uma composição institucional única.

Ampliar composição
Selo institucional do Programa RE GLOBAL
IDENTIDADE DO PROGRAMA

Moradia que regenera. Futuro que inclui.

Um selo de compromisso, não de certificação.

A casa ocupa o centro porque a dignidade humana é a finalidade. O ciclo verde representa circularidade e regeneração; a trama celular remete à inovação construtiva; o alcance global conecta territórios e conhecimento. Os cinco núcleos traduzem os 5Ps da Agenda 2030.

Pazsegurança, direitos e instituições confiáveisPessoasmoradia digna, acessível e saudávelProsperidadeinovação, trabalho e viabilidade econômicaPlanetacircularidade, clima e recursosParceriascooperação para implementar e escalar

O uso do selo identifica iniciativas formalmente vinculadas ao programa. Não substitui licenças, avaliação técnica, certificação, conformidade ou asseguração independente.

02 / GOVERNANÇA

Quem faz o programa acontecer

Quatro forças complementares, trabalhando com um propósito comum.

Coordenação, conhecimento, mobilização e visão programática se combinam para transformar boas ideias em projetos organizados, transparentes e prontos para cooperação.

Essa governança dá clareza aos compromissos ESG e facilita a tradução dos ODS em responsabilidades, entregas e indicadores.

01Coordenação

Instituto IRFB

Conduz o programa, conecta os territórios e organiza as decisões entre os participantes.

02Apoio técnico-científico

Instituto Global ESG

Traduz ESG, ODS, indicadores e referências técnicas em critérios claros de implementação.

03Rede mobilizadora

Movimento ESG na Prática

Mobiliza poder público, empresas, academia, comunidades e sociedade civil em torno da implementação.

04Parceiro programático

Programa ESG20+

Conecta o RE GLOBAL aos 20 Princípios do ESG e à agenda de cooperação e implementação 2025–2045.

Componentes modulares com geometria celular apresentados como referência conceitual do sistema construtivo
Representação conceitual do sistema · desempenho sujeito a validação
03 / PROPOSIÇÃO

Do material recuperado à casa pronta para viver

A tecnologia abre a possibilidade. O programa constrói o caminho.

A proposta usa componentes modulares produzidos com materiais recuperados e montagem industrializada. O RE GLOBAL conecta essa solução ao terreno, ao projeto, às licenças, ao financiamento e às necessidades reais de quem vai morar.

A circularidade reduz desperdícios potenciais, estimula novas cadeias produtivas e conecta inovação, cidades sustentáveis e ação climática.

MARCO DE IMPLEMENTAÇÃO

Primeiro protótipo em desenvolvimento

Maringá traduz a proposta do RE GLOBAL em uma configuração habitacional concreta.

O primeiro protótipo apresentado ao programa reúne uma proposta preliminar para 12 unidades em Maringá (PR), com render de referência, planta baixa corrigida e cortes técnicos. É um passo relevante da formulação conceitual para o planejamento físico, orçamentário e territorial.

Prancha preliminar do primeiro protótipo RE GLOBAL para 12 unidades em Maringá, com render, planta baixa e cortes técnicosAmpliar prancha
Documento de referência recebido pelo Programa RE GLOBAL · projeto KIA Tiny House · Maringá (PR) · 2026
Em desenvolvimento · não é produto final

O que este marco representa

A prancha permite organizar a próxima rodada de análise entre arquitetura, engenharia, cadeia de materiais, território, orçamento e governança. Ela torna a proposta mais legível para parceiros públicos, privados, técnicos, financeiros e comunitários — sem antecipar conclusões que ainda dependem de validação.

Escopo indicado
12 unidades habitacionais
Território
Maringá · Paraná
Referência temporal
2026
Base apresentada
Render, planta e cortes em escala 1:50
Próxima etapa: validação integrada

Consolidar requisitos de desempenho, acessibilidade, conforto, segurança, infraestrutura, licenciamento, orçamento, origem dos materiais, ciclo de vida e aderência às necessidades das famílias e do território.

A publicação registra uma etapa de desenvolvimento. Não constitui anúncio de obra concluída, contratação, aprovação regulatória, certificação, financiamento assegurado ou preço definitivo.

EXPERIÊNCIA AUDIOVISUAL

Veja a proposta por dentro

Uma experiência concreta de espaço e moradia.

O vídeo permite observar fachada, circulação, ambientes e acabamentos de uma unidade demonstrativa. É uma forma simples de visualizar a proposta antes de explorar os detalhes técnicos.

  • percorra fachada, interiores e circulação
  • observe soluções de espaço e acabamento
  • aprofunde a análise no álbum e nos cadernos
Registro audiovisual selecionado · acervo recebido pelo Programa RE GLOBAL

Entenda o caminho da solução

Do material recuperado ao componente construtivo.

Dois cadernos visuais mostram, de forma direta, o processo produtivo, os componentes, uma aplicação internacional e os pontos que precisam ser considerados na implantação.

04 / ARQUITETURA DO PROGRAMA

Seis eixos inseparáveis

Para virar moradia, a solução precisa funcionar por inteiro.

O programa organiza seis frentes que conectam o material à vida real: território, desempenho, circularidade, clima, pessoas e governança.

Os seis eixos transformam compromissos ESG/ODS em decisões práticas de projeto, contratação, implantação e acompanhamento.

01

Território e segurança jurídica

Escolher onde e para quem implantar, com terreno regular, infraestrutura, licenças e aderência às políticas habitacionais.

02

Desempenho e validação técnica

Comprovar segurança, durabilidade, conforto, manutenção e desempenho do sistema antes de ampliar sua aplicação.

03

Circularidade e matéria-prima

Saber de onde vêm os materiais, como são transformados, quanto é reaproveitado e qual será sua destinação futura.

04

Clima e ciclo de vida

Medir emissões, energia, água, resíduos e impactos ao longo da vida útil da moradia, com método e comparação.

05

Impacto social e trabalho digno

Entregar moradia acessível e saudável, ouvir as famílias, qualificar pessoas e gerar oportunidades de trabalho digno no território.

06

Governança, integridade e finanças

Definir responsabilidades, recursos, riscos, contratos, controles e prestação de contas para dar segurança a parceiros e territórios.

05 / VALIDAÇÃO

Aspectos técnicos e segurança para avançar

Validar primeiro. Implantar com confiança. Escalar com resultados.

Cada etapa responde a uma pergunta objetiva: a solução é regular, segura, viável e adequada para seguir adiante? Assim, parceiros investem tempo e recursos com mais clareza.

  1. Marco 0

    Formalização institucional

    Instrumento de governança, escopo, papéis, propriedade intelectual, regras de marca, dados e decisão.

  2. Marco 1

    Diligência da tecnologia

    Titularidade, cadeia contratual, composição, capacidade industrial, fornecedores, riscos jurídicos e alegações técnicas.

  3. Marco 2

    Ensaios e protótipo

    Plano com laboratório ou ITA, amostras rastreáveis, critérios de aceitação e relatório técnico independente.

  4. Marco 3

    Conformidade aplicável

    Normas ABNT, rota SiNAT/DATec quando cabível, ART/RRT, aprovações e requisitos do agente financeiro.

  5. Marco 4

    Piloto autorizado

    Terreno, projeto, orçamento, licenças, financiamento, beneficiários, seguros, salvaguardas e matriz de responsabilidades.

  6. Marco 5

    Demonstração monitorada

    Obra, entrega, desempenho em uso, satisfação, emissões, resíduos, custos, prazos e correção de desvios.

  7. Marco 6

    Escala responsável

    Replicação apenas com evidências, atualização técnica, viabilidade integral e governança territorial preservada.

Rota brasileira de conformidade

Produtos inovadores sem norma técnica específica devem passar pela avaliação técnica do SiNAT por uma Instituição Técnica Avaliadora; os resultados subsidiam o DATec. A rota aplicável deve considerar a ABNT NBR 15575, o PBQP-H, exigências municipais, responsabilidade técnica e regras do agente financeiro.

Consultar orientação oficial do SiNAT
GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO

Um caminho claro para sair do papel

Como transformar uma oportunidade em implantação.

O programa organiza oito fases, do diagnóstico territorial à expansão. Cada uma mostra o objetivo, o que precisa ser feito, o que deve ser entregue e qual decisão permite avançar.

8 fasesdo território à expansão responsável
5 elementospor fase: objetivo, insumo, ação, entrega e decisão
1 princípiocada avanço precisa gerar confiança
  1. 01

    Enquadrar o desafio territorial

    Transformar uma intenção genérica em um problema público delimitado, com população, território, demanda, infraestrutura e restrições conhecidas.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Diagnóstico habitacional, cadastros qualificados, planejamento urbano, situação fundiária, riscos climáticos e capacidade institucional local.
    Atividades
    Escuta territorial, leitura de políticas públicas, segmentação da demanda, análise de localização e identificação de conflitos ou dependências.
    Entregas verificáveis
    Nota de enquadramento, mapa de atores, linha de base e critérios transparentes de elegibilidade.
    Decisão de passagem
    Prosseguir somente se houver problema demonstrado, território minimamente viável e responsabilidade pública identificada.
  2. 02

    Formalizar governança e responsabilidades

    Definir quem propõe, decide, executa, fiscaliza, verifica, comunica, financia e responde por cada risco.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Mandatos institucionais, instrumentos jurídicos, política de integridade, regras de marca, dados e propriedade intelectual.
    Atividades
    Matriz RACI, declaração de conflitos, diligência de parceiros, definição de fóruns, alçadas e registro das decisões.
    Entregas verificáveis
    Acordo de governança, matriz de responsabilidades, mapa de riscos e calendário decisório.
    Decisão de passagem
    Nenhuma comunicação de parceria ou autorização de piloto antes da assinatura dos instrumentos aplicáveis.
  3. 03

    Diligenciar tecnologia e cadeia produtiva

    Separar documentação comprovada, hipótese técnica, alegação comercial e resultado ainda não verificado.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Composição, titularidade, fornecedores, processo fabril, fichas técnicas, histórico de aplicação, licenças e capacidade declarada.
    Atividades
    Verificação documental, rastreabilidade de amostras, análise de riscos de saúde e segurança, cadeia de custódia e plano de ensaios.
    Entregas verificáveis
    Relatório de diligência, inventário de lacunas, especificação preliminar e plano de validação independente.
    Decisão de passagem
    Suspender o avanço diante de titularidade incerta, risco crítico não tratado ou impossibilidade de rastrear materiais e amostras.
  4. 04

    Validar desempenho e conformidade

    Demonstrar que sistema, projeto e execução atendem aos requisitos aplicáveis ao uso, ao local e à vida útil pretendida.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Plano de ensaios, normas vigentes, projeto, amostras controladas, critérios de aceitação e instituição avaliadora competente.
    Atividades
    Ensaios, inspeções, análise de segurança, estanqueidade, durabilidade, conforto, manutenibilidade e rota SiNAT/DATec quando cabível.
    Entregas verificáveis
    Relatórios independentes, registro de não conformidades, correções e parecer de aptidão para a etapa seguinte.
    Decisão de passagem
    Um protótipo visualmente concluído não autoriza escala sem evidência de desempenho e conformidade aplicável.
  5. 05

    Estruturar projeto, contratação e finanças

    Converter a solução validada em empreendimento executável, financiável e protegido contra custos ou responsabilidades ocultas.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Terreno, anteprojeto, orçamento total, cronograma, fonte de recursos, modelo contratual, seguros e salvaguardas sociais.
    Atividades
    Compatibilização técnica, licenciamento, orçamento de ciclo de vida, cenários de risco, contratação e validação pelo agente financeiro.
    Entregas verificáveis
    Projeto aprovado, orçamento referenciado, fontes e usos, contrato, marcos de liberação e plano de aquisições.
    Decisão de passagem
    Não iniciar obra sem terreno regular, licenças, cobertura financeira e matriz contratual coerente.
  6. 06

    Executar demonstração monitorada

    Aprender em escala controlada, documentando construção, custo, prazo, segurança, qualidade e participação social.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Projeto executivo, equipe habilitada, plano de qualidade, beneficiários definidos, cronograma e protocolo de monitoramento.
    Atividades
    Controle de recebimento, inspeções por etapa, registro fotográfico, gestão de mudanças, segurança do trabalho e comunicação territorial.
    Entregas verificáveis
    Dossiê de obra, as built, manual de uso e manutenção, termo de entrega e base de dados verificável.
    Decisão de passagem
    Desvios críticos geram correção e nova validação; prazo político ou comercial não substitui controle técnico.
  7. 07

    Avaliar uso, impacto e adicionalidade

    Verificar se a entrega funciona para as famílias e se os resultados decorrem, de forma plausível, das ações do programa.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Linha de base, medições da obra, dados de ocupação, satisfação, manutenção, energia, água, resíduos e emissões.
    Atividades
    Avaliação pós-ocupação, escuta protegida, análise de desempenho, comparação com referência e tratamento de manifestações.
    Entregas verificáveis
    Painel de indicadores, relatório de limites e resultados, plano corretivo e memória metodológica.
    Decisão de passagem
    Divulgar impacto apenas com período, unidade, fronteira, método, fonte, responsável e limitação explicitados.
  8. 08

    Decidir escala e replicação

    Replicar o que foi comprovado, adaptar o que depende do território e interromper o que não demonstrou valor ou segurança.

    Ver insumos, atividades, entregas e critério de passagem
    Entradas mínimas
    Resultados do piloto, custos reais, riscos residuais, capacidade industrial, demanda qualificada e condições do novo território.
    Atividades
    Revisão independente, lições aprendidas, atualização de projeto, plano de expansão e nova diligência territorial.
    Entregas verificáveis
    Decisão go, adjust ou stop; pacote de replicação; requisitos mínimos e governança de escala.
    Decisão de passagem
    Escala responsável é uma nova decisão documentada, não uma consequência automática do primeiro piloto.
REDE E PERFIS RELACIONADOS

Uma rede capaz de conectar conhecimento, escala e território.

Conheça as instituições, lideranças e referências que ajudam a situar o programa. Cada participante entra com uma contribuição definida e os vínculos formais permanecem identificados.

PERGUNTAS ESSENCIAIS

Leitura simples, limites claros

Respostas diretas para compreender e participar.

O RE GLOBAL é uma construtora ou um produto?

Não. É uma plataforma de governança e implementação que pode organizar tecnologias, projetos, territórios, atores, financiamento e evidências. A responsabilidade por projeto, fabricação, obra, licenciamento e assistência deve permanecer formalmente atribuída a agentes habilitados.

A tecnologia já está certificada para qualquer aplicação?

A página documenta uma proposição e um acervo recebido. A aptidão depende do sistema específico, do uso, do projeto, do local, dos ensaios e da rota regulatória aplicável. Imagens, reuniões ou protótipos não equivalem a certificação.

O programa oferece moradia diretamente às famílias?

Não há inscrição habitacional ou promessa automática de unidade nesta página. Eventuais beneficiários devem ser definidos por políticas, programas, contratos e critérios públicos do território responsável.

O interesse de um município significa contratação?

Não. Interesse, agenda, apresentação e intercâmbio técnico são etapas preliminares. Contratação exige processo próprio, recursos, licenças, responsabilidades e instrumentos formais.

Como uma empresa ou universidade pode participar?

Pode apresentar capacidade, escopo, equipe, evidências e contribuição pretendida no formulário de cooperação. O envio inicia triagem; não cria parceria, autorização de marca, exclusividade ou compromisso financeiro.

Como os resultados ambientais serão calculados?

Com linha de base, fronteiras declaradas, unidades comparáveis, fontes rastreáveis e método publicado. Potencial de reciclagem, massa recebida e massa efetivamente incorporada são grandezas diferentes e serão tratadas separadamente.

Quem valida alegações técnicas e de impacto?

Cada matéria deve ser verificada por agente competente e independente quando necessário: laboratórios e instituições avaliadoras para desempenho, responsáveis técnicos para projeto e obra, e metodologia auditável para indicadores ESG.

Quando o selo pode ser usado?

Somente após vínculo formal, escopo autorizado e observância das regras de identidade. O selo identifica participação no programa; não substitui certificação, licença, laudo, aprovação pública ou chancela financeira.

Sorocaba · diálogo para uma aplicação territorial

Um território para conectar demanda habitacional, inovação e aprendizagem.

O diálogo iniciado com o município oferece uma oportunidade de estudar uma demonstração do RE GLOBAL em contexto real. O próximo passo é aproximar demanda, área, solução, parceiros e recursos em uma proposta territorial bem estruturada.

O que uma implantação precisa reunir
  • governança formal e diligência concluída;
  • área e situação fundiária definidas;
  • projeto urbano e arquitetônico aprovado;
  • rota técnica e regulatória validada;
  • financiamento e contratação formalizados;
  • plano de monitoramento e proteção das famílias.

Um piloto territorial pode tornar visíveis os ganhos sociais, ambientais e econômicos e criar uma base de aprendizagem para novas cidades.

06 / IMPACTO VERIFICÁVEL

Valor que pode ser acompanhado

O impacto precisa aparecer na casa, no território e nos dados.

O painel acompanha o que realmente importa: materiais recuperados, moradias entregues, desempenho, emissões, benefícios sociais, custos e qualidade da governança.

Indicadores conectados aos ODS e aos Princípios ESG20+ tornam o resultado compreensível para governos, investidores, parceiros e sociedade.

01

Circularidade

Massa de material processado e incorporado; teor reciclado; origem comprovada; perdas e destinação.

02

Habitação

Unidades efetivamente contratadas, iniciadas e entregues; famílias atendidas; acessibilidade e satisfação pós-ocupação.

03

Desempenho

Resultados de ensaios e inspeções; não conformidades; manutenção; comportamento térmico, acústico e de segurança.

04

Clima

kgCO₂e por unidade e por m², com escopo, base de comparação, fronteiras e metodologia publicados.

05

Território

Situação fundiária, acesso a infraestrutura e serviços, tempo de licenciamento e aderência ao planejamento urbano.

06

Sociedade

Empregos locais, pessoas qualificadas, segurança do trabalho, diversidade e resolutividade do canal de manifestações.

07

Economia

Custo total entregue, desvio de orçamento, prazo real, custo de manutenção e fonte de financiamento.

08

Governança

Diligências concluídas, riscos críticos tratados, decisões registradas, recursos rastreados e evidências verificadas.

07 / MATRIZ ESG20+

Correlação integral aos 20 Princípios

Os Princípios ESG20+ ganham forma no território.

Cada princípio é traduzido em uma aplicação objetiva do RE GLOBAL — da inclusão social à inovação limpa, da economia circular à cooperação multissetorial.

Conhecer os 20 Princípios
1 ESG20+ODS 11 · 16

Simplificação e Integração Normativa

Organiza requisitos urbanísticos, ambientais, construtivos, fundiários e financeiros em uma matriz única de conformidade.

Aplicação no RE GLOBAL

Consolidar licenciamento, desempenho, território, financiamento e integridade em uma única trilha de requisitos e evidências.

2 ESG20+ODS 8 · 11 · 12

Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores

Prevê trilhas proporcionais para municípios, comunidades, cooperativas, indústrias, empresas e financiadores.

Aplicação no RE GLOBAL

Oferecer uma arquitetura de implantação escalável, com exigências proporcionais à capacidade de cada território e parceiro.

3 ESG20+ODS 1 · 10 · 11 · 13

Justiça Climática e Resiliência Social

Prioriza população vulnerabilizada, riscos climáticos, habitabilidade, localização segura e proteção social.

Aplicação no RE GLOBAL

Priorizar famílias e territórios expostos a vulnerabilidades habitacionais e climáticas, com critérios transparentes de seleção e proteção.

4 ESG20+ODS 7 · 11 · 13

Transição Energética e Incentivos

Integra eficiência, energia limpa e instrumentos de incentivo à viabilidade do ciclo habitacional.

Aplicação no RE GLOBAL

Integrar eficiência energética, fontes limpas e análise de viabilidade ao projeto, à operação e à manutenção das moradias.

5 ESG20+ODS 9 · 12 · 13

Economia Circular e Cadeias Produtivas Sustentáveis

Estrutura rastreabilidade de materiais, balanço de massa, conteúdo reciclado, perdas e fim de vida.

Aplicação no RE GLOBAL

Rastrear origem, composição, transformação, uso e destinação dos materiais empregados no sistema construtivo.

6 ESG20+ODS 16 · 17

Governança Ética e Transparente

Define papéis, alçadas, conflitos de interesse, diligência, recursos, decisões e prestação de contas.

Aplicação no RE GLOBAL

Formalizar responsabilidades, decisões, controles, diligências e prestação de contas em toda a cadeia de implantação.

7 ESG20+ODS 10 · 11 · 16

Engajamento e Participação Social

Incorpora escuta das famílias, consulta territorial, canal de manifestações e devolutivas documentadas.

Aplicação no RE GLOBAL

Incorporar escuta territorial, participação das famílias e respostas documentadas às manifestações recebidas.

8 ESG20+ODS 4 · 12 · 13

Educação e Cultura Sustentável

Mobiliza formação técnica, letramento climático, uso e manutenção da moradia e cultura de circularidade.

Aplicação no RE GLOBAL

Capacitar equipes, comunidades e usuários para implantação, uso, manutenção e circularidade das soluções habitacionais.

9 ESG20+ODS 5 · 10 · 11

Inclusão Social e Diversidade

Trata acessibilidade, não discriminação, diversidade, desenho universal e acesso justo à moradia.

Aplicação no RE GLOBAL

Aplicar acessibilidade, desenho universal, equidade e não discriminação desde a seleção territorial até a ocupação.

10 ESG20+ODS 9 · 11 · 13

Inovação e Tecnologias Limpas

Condiciona inovação a ensaio, desempenho, segurança, conformidade, monitoramento e melhoria.

Aplicação no RE GLOBAL

Submeter tecnologia e inovação a ensaios, requisitos de desempenho, segurança e melhoria contínua baseada em dados.

11 ESG20+ODS 8 · 12 · 17

Instrumentos Fiscais e Tributários Sustentáveis

Mapeia incentivos, compras, tributação, fundos e contrapartidas sem antecipar benefício não formalizado.

Aplicação no RE GLOBAL

Estruturar incentivos, compras e mecanismos fiscais somente após elegibilidade, formalização e controles verificáveis.

12 ESG20+ODS 3 · 11 · 12 · 13

Proteção Intergeracional

Avalia durabilidade, manutenção, saúde, valor de uso, resíduos e impactos ao longo do ciclo de vida.

Aplicação no RE GLOBAL

Considerar durabilidade, saúde, manutenção, custo de uso e impactos futuros nas decisões de projeto e contratação.

13 ESG20+Agenda 2030

Alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Vincula cada entrega a metas e indicadores oficiais, evitando associação apenas declaratória.

Aplicação no RE GLOBAL

Relacionar entregas a metas e indicadores oficiais da Agenda 2030, com linha de base, periodicidade e fonte de evidência.

14 ESG20+ODS 17

Parcerias Multissetoriais e Cooperação Global

Conecta governos, empresas, ciência, sociedade civil, finanças e organismos internacionais com responsabilidades claras.

Aplicação no RE GLOBAL

Organizar cooperação entre governo, empresas, ciência, financiadores e sociedade civil por compromissos e entregas definidos.

15 ESG20+ODS 1 · 10 · 11 · 17

Financiamentos Diferenciados e Inclusivos

Estrutura elegibilidade, riscos, custo total, capacidade de pagamento, blended finance e proteção dos beneficiários.

Aplicação no RE GLOBAL

Combinar instrumentos financeiros inclusivos com análise de risco, custo total e proteção da capacidade de pagamento das famílias.

16 ESG20+ODS 8 · 12 · 16

Responsabilidade Socioambiental nas Instituições Públicas e Privadas

Integra direitos humanos, trabalho digno, saúde e segurança, integridade e gestão ambiental à execução.

Aplicação no RE GLOBAL

Inserir direitos humanos, trabalho digno, integridade e gestão ambiental nos instrumentos de parceria, contratação e monitoramento.

17 ESG20+ODS 11 · 12 · 13

Balanço Socioambiental e Métricas Padronizadas

Publica linha de base, método, resultado, limite, verificação e evolução dos indicadores do programa.

Aplicação no RE GLOBAL

Publicar métricas comparáveis, limites metodológicos, resultados e evolução, preservando rastreabilidade e possibilidade de verificação.

18 ESG20+ODS 11 · 17

Cooperação Regional e Internacional

Promove aprendizagem entre territórios e referências internacionais sem presumir equivalência, vínculo ou autorização.

Aplicação no RE GLOBAL

Promover intercâmbio entre territórios e referências internacionais com análise de contexto, aderência normativa e reciprocidade.

19 ESG20+ODS 12 · 16

Combate ao Greenwashing

Separa potencial, meta, intenção, contratação e resultado; exige prova para alegações ambientais, sociais e econômicas.

Aplicação no RE GLOBAL

Condicionar alegações de impacto a evidências, distinguindo potencial, compromisso, execução, resultado e contribuição comprovada.

20 ESG20+ODS 17

Engrenagem Multissetorial para o ESG20+

Integra coordenação, apoio científico, mobilização e parceria programática em um ciclo comum de implementação.

Aplicação no RE GLOBAL

Conectar coordenação, ciência, mobilização e parceria programática em uma governança comum de implementação e aprendizagem.

08 / ODS, METAS E INDICADORES

ODS aplicados à moradia sustentável

Da Agenda 2030 para decisões que podem ser acompanhadas.

Veja como cada ODS se conecta ao programa, o que a meta propõe, como o indicador é definido e onde consultar as referências da ONU, do ODS Brasil/IBGE e do Observatório do Instituto.

ODS 1Erradicação da pobreza
Símbolo do ODS 1 — Erradicação da pobreza
Meta 1.4

Até 2030, garantir direitos iguais aos recursos econômicos, aos serviços básicos, à propriedade e ao controle sobre a terra e outros ativos, especialmente para pessoas pobres e vulneráveis.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALAcesso a serviços básicos e segurança da posse como dimensões da moradia adequada.

Pessoas · Prosperidade
ODS 6Água potável e saneamento
Símbolo do ODS 6 — Água potável e saneamento
Meta 6.1

Até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água potável, segura e acessível para todas as pessoas.

Meta 6.2

Até 2030, alcançar saneamento e higiene adequados e equitativos para todas as pessoas e acabar com a defecação a céu aberto, com atenção às situações de vulnerabilidade.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALÁgua segura, esgotamento sanitário e higiene como condições inseparáveis da habitabilidade.

Pessoas · Planeta
ODS 7Energia limpa e acessível
Símbolo do ODS 7 — Energia limpa e acessível
Meta 7.1

Até 2030, assegurar acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia.

Meta 7.2

Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALAcesso à eletricidade, cocção limpa, eficiência da moradia e participação de fontes renováveis.

Planeta · Prosperidade
ODS 8Trabalho decente e crescimento econômico
Símbolo do ODS 8 — Trabalho decente e crescimento econômico
Meta 8.5

Até 2030, alcançar emprego pleno e produtivo, trabalho decente e remuneração igual para trabalho de igual valor.

Meta 8.8

Proteger direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros, inclusive para trabalhadores migrantes e em vínculos precários.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALTrabalho digno, renda, qualificação local e segurança ocupacional em toda a cadeia.

Pessoas · Prosperidade
ODS 9Indústria, inovação e infraestrutura
Símbolo do ODS 9 — Indústria, inovação e infraestrutura
Meta 9.4

Até 2030, modernizar infraestrutura e reabilitar indústrias para torná-las sustentáveis, com eficiência no uso de recursos e tecnologias ambientalmente adequadas.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALModernização produtiva com eficiência de recursos e mensuração da intensidade de carbono.

Prosperidade · Planeta
ODS 10Redução das desigualdades
Símbolo do ODS 10 — Redução das desigualdades
Meta 10.2

Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todas as pessoas, sem discriminação.

Princípios ESG20+ relacionados

Aplicação no RE GLOBALInclusão social e econômica das famílias, com resultados desagregados por grupos relevantes.

Pessoas · Paz
ODS 11Cidades e comunidades sustentáveis
Símbolo do ODS 11 — Cidades e comunidades sustentáveis
Meta 11.1

Até 2030, garantir acesso de todas as pessoas à habitação segura, adequada e acessível, aos serviços básicos e à urbanização de assentamentos precários.

Meta 11.3

Até 2030, ampliar a urbanização inclusiva e sustentável e a capacidade de planejamento e gestão participativos, integrados e sustentáveis.

Meta 11.6

Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, com atenção à qualidade do ar e à gestão de resíduos.

Meta 11.b

Ampliar políticas e planos integrados para inclusão, eficiência de recursos, mitigação e adaptação climática, resiliência e gestão de riscos de desastres.

Aplicação no RE GLOBALMoradia adequada, planejamento participativo, gestão de resíduos e resiliência territorial.

Pessoas · Planeta · Paz
ODS 12Consumo e produção responsáveis
Símbolo do ODS 12 — Consumo e produção responsáveis
Meta 12.2

Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais.

Meta 12.5

Até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por prevenção, redução, reciclagem e reúso.

Meta 12.6

Incentivar empresas a adotar práticas sustentáveis e integrar informações de sustentabilidade aos seus relatórios.

Aplicação no RE GLOBALPegada material, eficiência no uso de recursos, reciclagem e transparência corporativa.

Planeta · Prosperidade
ODS 13Ação contra a mudança global do clima
Símbolo do ODS 13 — Ação contra a mudança global do clima
Meta 13.2

Integrar medidas de mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais.

Aplicação no RE GLOBALIntegração da agenda climática e contabilização anual das emissões de gases de efeito estufa.

Planeta
ODS 16Paz, justiça e instituições eficazes
Símbolo do ODS 16 — Paz, justiça e instituições eficazes
Meta 16.6

Desenvolver instituições eficazes, responsáveis e transparentes em todos os níveis.

Meta 16.7

Garantir tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis.

Aplicação no RE GLOBALInstituições responsáveis, qualidade dos serviços e decisões percebidas como inclusivas.

Paz · Pessoas
ODS 17Parcerias e meios de implementação
Símbolo do ODS 17 — Parcerias e meios de implementação
Meta 17.16

Reforçar a parceria global para o desenvolvimento sustentável por meio de parcerias multissetoriais que mobilizem e compartilhem conhecimento, tecnologia e recursos.

Meta 17.17

Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas e com a sociedade civil, aproveitando experiência e estratégias de mobilização de recursos.

Aplicação no RE GLOBALCooperação multissetorial, mobilização de recursos e parcerias públicas, privadas e sociais.

Parcerias

A ONU apresenta a referência global; o ODS Brasil/IBGE organiza a leitura estatística nacional; e o Observatório do Instituto conecta essas fontes à aplicação do RE GLOBAL. O método e o recorte usados em cada projeto permanecerão identificados.

09 / CONVERGÊNCIA NACIONAL E GLOBAL

Do território aos compromissos internacionais

Uma oportunidade brasileira conectada à nova economia sustentável mundial.

O programa aproxima política habitacional, economia circular, indústria de menor impacto e financiamento sustentável. No Brasil, dialoga com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Minha Casa Minha Vida e o PBQP-H/SiNAT; globalmente, conecta-se à ISO 59004, aos ODS e à agenda de descarbonização da habitação.

Essa convergência amplia o potencial de cooperação, inovação, investimento de impacto e aprendizagem entre territórios.

9ODSInovação11ODSCidades12ODSCircularidade13ODSClima17ODSParcerias
Linha industrial apresentada como referência nos documentos do Programa RE GLOBAL
Imagem de referência industrial · equipamento, local e capacidade sujeitos a diligência

Produção local e cadeia circular

Da recuperação de materiais a uma nova cadeia de valor.

Uma implantação industrial pode conectar fornecedores, recicladores, profissionais e territórios, estimulando produção local, qualificação e inovação. Para gerar valor sustentável, precisa combinar qualidade, eficiência, segurança, rastreabilidade e destinação responsável.

A cadeia produtiva reúne oportunidades ligadas a trabalho digno, indústria sustentável, cidades, consumo responsável, clima e parcerias.

INTELIGÊNCIA PARA IMPLEMENTAR

Observatórios do Instituto

Dados e referências para transformar intenção em decisão.

O RE GLOBAL não caminha sozinho. Os Observatórios do Instituto ajudam parceiros a localizar metas, comparar frameworks, organizar métricas e acompanhar evidências ao longo da implantação.

01

Observatório ODS

Acesse objetivos, metas, indicadores e fontes oficiais para acompanhar a contribuição do programa com precisão.

Explorar metas e indicadores
02

Observatório de Frameworks ESG/ODS

Compare normas, padrões e metodologias e identifique qual referência responde melhor a cada decisão do projeto.

Comparar referências
03

Iniciativa de Parametrização ESG/ODS

Conecte dimensões ESG, Princípios ESG20+, ODS e evidências em uma arquitetura comum de métricas e gestão.

Conhecer a parametrização
Conhecer todos os Observatórios do Instituto
Acervo de apresentações

Aprofunde a proposta nas apresentações.

Faça um cadastro rápido para acessar os materiais institucionais e conhecer a visão geral e a proposta territorial de Sorocaba.

PDF 01

Apresentação institucional RE GLOBAL

Conceito, sistema modular, abordagem industrial e proposição geral encaminhada para análise.

Disponível após cadastro
PDF 02

Apresentação RE GLOBAL · Projeto Sorocaba

Recorte territorial e premissas preliminares do projeto em avaliação no município.

Disponível após cadastro

Liberação do acervo

Identificação mínima para registro de alcance e relacionamento institucional. O cadastro é privado e não cria perfil público automaticamente.

Relacionamento institucional

Leve o RE GLOBAL para uma nova parceria ou território.

Conte o que sua organização pode oferecer ou precisa desenvolver. A equipe usará as informações para identificar sinergias e organizar o próximo diálogo.

01Responsável e organizaçãoQuem propõe e com qual legitimidade.
02Objeto da manifestaçãoModalidade, problema, escopo e território.
03Maturidade e viabilidadeO que existe, o que falta e como avançar.
04Impacto, integridade e evidênciasComo a proposta será comprovada e protegida.
05Documentos de apoioArquivos ajudam a qualificar a triagem, mas não substituem a diligência.
Faça parte desta construção

Vamos transformar economia circular em moradia, oportunidade e impacto.

Municípios, empresas, universidades, financiadores, organizações e comunidades podem contribuir com território, conhecimento, tecnologia, recursos e capacidade de mobilização.

Propor uma cooperação