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Movimento ESG na Prática

Instituto Global ESG participa de evento no Equador para fortalecer parcerias

Encontro destacou oportunidades de negócios verdes e troca de experiências em práticas de sustentabilidade entre Brasil e Equador

Por Redação - Portal Global ESG
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Instituto Global ESG participa de evento no Equador para fortalecer parcerias

Brasília, 6/2/2025 – O Instituto Global ESG participou da primeira Mesa Redonda sobre Produção Sustentável e Livre de Desmatamento, no dia 17 de janeiro, na cidade de Quito, no Equador. O evento foi realizado no âmbito do cluster de transição ecológica, liderado pelo Centro para o Pensamento do Futuro, o primeiro think tank de transição ecológica no Equador e na América Latina, com o apoio do Ministério da Produção, Comércio Exterior, Investimentos e Pesca do Equador.

O objetivo foi fortalecer os vínculos e as iniciativas concretas de trabalho entre as instituições e empresas que lideram o cluster de transição ecológica do Equador e o movimento ODS do Brasil, permitindo construir um roteiro para o setor privado internacional com vistas a alcançar a COP-30 em Belém (PA) e identificar oportunidades de negócios verdes para o futuro.

Durante o encontro houve a identificação de oportunidades de trabalho no âmbito da mesa técnica de produção sustentável. A Coordenadora de Relações Internacionais do Instituto Global de ESG, Paola Comin, apresentou iniciativas ligadas ao ESG no Brasil, a exemplo do Movimento Interinstitucional ESG na Prática e da Frente Parlamentar ESG na Prática do Congresso Nacional (FPESG), além do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável (MRESG) e iniciativas públicas como o índice iESGo - Governança, Sustentabilidade e Inovação, do Tribunal de Contas da União (TCU); e promoveu a troca de experiências em modelos de produção sustentáveis ​​na agricultura familiar e camponesa entre os dois países.

Consultoria ESG personalizada

Durante o encontro, o Instituto Global ESG também apresentou uma metodologia de análise de cerca de 1.555 indicadores ESG, com base na na Norma Brasileira de Contabilidade Técnica n. 15, a NBC T15, que promove as diretrizes para o Balanço Socioambiental - BSA, dentre outras plataformas e frameworks nacionais e internacionais, com foco na metrificação e padronização dos pilares ambientais, sociais e de governança para o alcance do desenvolvimento sustentável. A atuação neste sentido se dá em rede colaborativa com o Instituto S Company.

Esses indicadores servem como parâmetro para a implementação de práticas de governança, sustentabilidade e responsabilidade social e ambiental, oferecendo um estudo analítico abrangente sobre todas as áreas das empresas e instituições.

Essa análise permite compreender os desafios específicos de cada negócio e iniciativa e propor soluções personalizadas que garantem não apenas a conformidade regulatória, mas também um impacto positivo e sustentável. O trabalho inclui o mapeamento de processos, identificação de riscos e oportunidades, aprimoramento da governança corporativa e fortalecimento da responsabilidade ambiental e social das empresas.

A partir desse diagnóstico, os institutos auxiliam, inclusive com o reforço do movimento interinstitucional ESG na Prática, na compreensão e implementação de práticas que geram valor tanto para a organização quanto para seus públicos de interesse, alinhando a empresa às exigências do mercado e às melhores práticas globais de sustentabilidade.

Esta iniciativa faz parte do acordo estabelecido com o CPF, marcando um passo importante na expansão internacional dos estudos e implementações com foco na aplicação prática do ESG para o alcance do desenvolvimento sustentável.

Acordo de cooperação

O Instituto Global ESG e o Centro para o Pensamento do Futuro assinaram, no dia 20 de agosto de 2024, um Acordo de Cooperação. O intuito foi estabelecer uma ampla estrutura de colaboração e cooperação entre as partes para desenvolver sinergias a fim de promover um intercâmbio de conhecimento, gerar redes de contato público-privadas entre o Equador e o Brasil, e entre estes e os demais Países que integram cooperação amazônica, além de desenvolver projetos com soluções inovadoras para a transição ecológica, que também conecta investimentos privados e o desenvolvimento de princípios ESG no setor empresarial equatoriano.

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