Diagnóstico e prioridades
Entender o ponto de partida, as lacunas e as decisões que precisam ser tomadas.
Formação, diagnóstico, governança, comunicação e implementação organizados conforme a necessidade, a maturidade e a responsabilidade de cada instituição.
As frentes podem funcionar de forma independente ou combinada. A escolha depende do desafio — nunca de uma oferta padronizada aplicada sem contexto.
Entender o ponto de partida, as lacunas e as decisões que precisam ser tomadas.
Alinhar lideranças, equipes, responsabilidades e espaços de participação.
Traduzir intenção em entregas, evidências, indicadores e ciclos de melhoria.
Escolha uma necessidade. A página destaca as soluções mais aderentes e mantém o acesso ao portfólio integral.
Visão integral do portfólio. A recomendação é orientativa; o escopo final depende de análise de aderência.
Conexão do Instituto Global ESG com a plataforma educacional da S Company: conheça a Academy, explore seu catálogo e encontre caminhos para formação profissional e corporativa.
Trilhas abertas, executivas e in company para desenvolver repertório, competências e capacidade de decisão em ESG e desenvolvimento sustentável.
Encontros presenciais, on-line ou híbridos para sensibilizar, alinhar lideranças e abrir conversas estratégicas com profundidade e contexto.
Integra estratégia tributária, sustentabilidade, integridade, transparência e criação de valor para decisões mais coerentes e responsáveis.
Diagnóstico e implementação para atravessar a transição IBS/CBS com integração entre tributos, dados, contratos, operações, governança e impacto.
Capacidades executivas para diagnóstico, ecoeficiência, estruturação de planos, formação aplicada, indicadores e melhoria contínua.
Jornada institucional para prevenção, governança e gestão de riscos ocupacionais e fatores psicossociais relacionados ao trabalho.
A profundidade muda conforme a solução. A lógica de responsabilidade permanece.
Contexto, objetivo, públicos, riscos e resultado pretendido.
Capacidades necessárias, limites técnicos e melhor modalidade de atuação.
Escopo, método, entregas, responsabilidades, cronograma e indicadores.
Proposta, instrumento, governança, integridade e proteção de dados.
Execução conectada às equipes, aos processos e às decisões da instituição.
Avaliação, evidências, aprendizagem e próximos ciclos de melhoria.
Cada atuação deve explicitar o que será feito, por quem, com quais limites, entregas, evidências e critérios de avaliação.
Papéis, instâncias de decisão, conflitos de interesse e critérios de comunicação.
Método proporcional, fontes, especialistas e limites profissionais claramente indicados.
Entregas verificáveis, indicadores úteis, registro de aprendizados e melhoria contínua.
Conte o contexto, o público, o prazo e o resultado pretendido. A equipe avalia aderência e indica o melhor encaminhamento.