Durante o painel de encerramento da “Advocacia Brasileira na Conferência Nacional dos ODS”, realizada pelo Conselho Federal da OAB, o conselheiro da OAB/DF, representante do CFOAB na Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Presidência da República (CNODS/PR) e coordenador do evento, Sóstenes Marchezine, fez um reconhecimento público ao presidente nacional da Ordem, Beto Simonetti, e ao coordenador nacional de Comissões, Procuradorias e Projetos Estruturantes do CFOAB, Rafael Horn, pelo trabalho de articulação institucional que possibilitou a ampla mobilização das estruturas da advocacia brasileira em torno da conferência.

O reconhecimento ocorreu durante o painel de encerramento do encontro e foi corroborado pelo conselheiro federal Marcos Délli Ribeiro Rodrigues, presidente da Comissão Especial de Direito Bancário e Instituições Financeiras do CFOAB, que ressaltou a importância da integração entre as comissões temáticas da Ordem e a pauta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente diante dos desafios contemporâneos relacionados à cidadania, justiça social, sustentabilidade e fortalecimento institucional.

Ao contextualizar os bastidores da organização da conferência, Sóstenes destacou que o movimento construído em torno da pauta somente foi possível graças à liderança institucional do presidente Beto Simonetti, associada ao apoio operacional e estratégico de Rafael Horn, responsável pela coordenação nacional das estruturas comissionais da Ordem.

**“Quero fazer um cumprimento aqui todo especial também ao doutor Rafael Horn. De fato, ele que está como coordenador nacional das comissões e acompanhando cada passo, para que a gente conseguisse consolidar esses arranjos institucionais”, afirmou Sóstenes Marchezine durante a fala de encerramento.**

Segundo ele, todo o processo de construção da conferência exigiu intensa articulação nacional, diálogo transversal entre as comissões temáticas e integração entre diferentes correntes da advocacia brasileira, em um esforço coordenado para aproximar o sistema OAB das discussões relacionadas à Agenda 2030.

“Todo este movimento só foi possível, antes, pela confiança, pelo espaço e pela liderança do presidente Beto Simonetti, por não medir esforços para movimentar as estruturas da OAB, incentivar a equipe e a nossa própria atuação a assumir uma missão desafiadora, que é o diálogo conjuntural estruturado com as mais diversas correntes da advocacia, inclusive fomentando reuniões preparatórias à conferência e agendas continuadas com cronogramas de ações pós-evento”, destacou.

Na avaliação de Sóstenes, a proposta central da conferência foi justamente consolidar um movimento nacional de conexão e integração institucional da advocacia em torno da pauta do desenvolvimento sustentável.

“É um trabalho, em primeiro lugar, de conexão e integração, para entregarmos a capilaridade da advocacia em prol do desenvolvimento econômico sustentável do Brasil”, afirmou.

A atuação de Rafael Horn foi apontada como essencial para viabilizar o diálogo transversal entre as estruturas internas da OAB e consolidar o envolvimento institucional das comissões no projeto, com apoio operacional e institucional na coordenação das estruturas comissionais, da Gerência de Comissões e, em especial, de toda a equipe da Assessoria de Relações Internacionais do Conselho Federal da OAB, conduzida por João Paulo, responsável pela articulação técnica e institucional que viabilizou a mobilização nacional das comissões temáticas, o encaminhamento dos ofícios institucionais e o engajamento das estruturas da advocacia brasileira em torno da conferência e da Agenda 2030.

Ao longo da programação, o evento reuniu representantes da advocacia, do sistema de Justiça, da academia, do poder público, da sociedade civil organizada e de entidades nacionais e internacionais para discutir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sob a perspectiva da atuação jurídica e institucional da advocacia brasileira. A conferência integrou o ciclo preparatório da 1ª Conferência Nacional dos ODS e consolidou a OAB como um dos espaços institucionais centrais de articulação da Agenda 2030 no país.

Os debates abordaram temas relacionados à governança pública, sustentabilidade, cidades inteligentes, ESG, equidade de gênero, desenvolvimento econômico sustentável, justiça social, educação, inclusão financeira, inovação regulatória e fortalecimento institucional, além da apresentação de propostas voltadas à atuação continuada da advocacia brasileira na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nos estados, municípios e territórios brasileiros.

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