Data instituída pelas Nações Unidas recorda o diplomata brasileiro e as vítimas do atentado de 2003 em Bagdá; António Guterres alerta que mais de mil trabalhadores humanitários foram mortos nos últimos três anos
Publicação de Lavito Bacarissa recorda os oito anos da morte do ex-secretário-geral da ONU e resgata homenagem realizada na 1ª Conferência Nacional dos ODS, que atribuiu o nome do Nobel da Paz à principal plenária do encontro, com a curadoria do Instituto Global ESG
Secretário-geral das Nações Unidas recordou a relação de amizade e mentoria com seu antecessor, cuja trajetória permanece associada ao fortalecimento do multilateralismo, dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável
Mais do que recordar uma das maiores lideranças globais de nosso tempo, a data nos convida a refletir sobre paz, direitos humanos, responsabilidade compartilhada, ESG, desenvolvimento sustentável e o tipo de liderança de que o mundo ainda precisa.
Iniciativa suprapartidária do Movimento Mulheres que Pensam o Brasil reúne propostas construídas de forma colaborativa para fortalecer a participação feminina nos espaços de decisão e inaugura uma série de encontros institucionais com candidaturas à Presidência da República
No Dia Internacional de Nelson Mandela, celebrado em 18 de julho, legado compartilhado entre o líder sul-africano e o ex-secretário-geral da ONU evidencia a consolidação de iniciativas como o Pacto Global, a agenda ESG, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os atuais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além da continuidade desse compromisso por meio do The Elders
Análise técnico-jurídica inédita examina a nacionalização da ISO IWA 48, destaca os quatro estágios de maturidade organizacional e relaciona o novo referencial ao Programa ESG20+, defendendo uma nova fase da governança, da implementação e da mensuração do ESG no país
Com curadoria e parceria do Instituto Global ESG, principal espaço de debates da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável homenageou o ex-secretário-geral das Nações Unidas, reconhecendo sua contribuição histórica para a governança global, o desenvolvimento sustentável e as bases do movimento ESG
Em audiência oficial na sede da Organização das Nações Unidas no Brasil, instituição apresentou propostas de cooperação internacional, projetos voltados à implementação dos ODS e iniciativa para reconhecimento do dia 8 de abril como data internacional em homenagem ao legado de Kofi Annan
Documentos organizam a dinâmica deliberativa do encontro, detalham o funcionamento dos grupos de trabalho e permitem acompanhar a origem das propostas que serão debatidas entre 30 de junho e 2 de julho, em Brasília
Instituto Global ESG reforça articulação institucional junto à AGU e destaca propostas estratégicas que serão debatidas no maior encontro nacional já realizado sobre a Agenda 2030 da ONU
Na parte final da exclusiva concedida à audiência qualificada da rádio CBN, no programa multicanais Sustentabilidade em Pauta com Georges Humbert, Sóstenes Marchezine apresentou uma análise sobre os impactos da Resolução CVM nº 244/2026 e os desafios regulatórios que vêm transformando o ambiente empresarial brasileiro. A entrevista contou ainda com a participação de Ana Clara Moura, que destacou a importância da convergência entre iniciativa privada, academia, setor público e sociedade civil para a implementação prática das agendas ESG e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Agenda promovida pelo Instituto Global ESG reuniu IBICT, representantes da reciclagem e lideranças institucionais para fortalecer o Sistema de Inventário do Ciclo de Vida e contribuir com debate em curso no Senado Federal
Análise assinada por Ana Clara Moura, Paola Comin, Suely Martins e Bárbara Silva destaca o legado de Kofi Annan, a importância da 1ª Conferência Nacional dos ODS e a necessidade de transformar sustentabilidade, governança e ESG em resultados concretos para a sociedade
Da governança global à implementação local, a Agenda 2030 exige menos retórica e mais convergência institucional, participação social e capacidade de execução
· Ana Clara Moura, Paola Comin, Suely Martins e Bárbara Silva
Iniciativa priorizada pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo busca fortalecer a integração entre indicadores, metas e estratégias de sustentabilidade no Brasil
Proposta priorizada pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo busca transformar casos concretos de sustentabilidade em instrumentos de aceleração da Agenda 2030
Proposta construída na etapa “Legado Kofi Annan” foi priorizada pela sociedade e defende a incorporação do ESG como instrumento de prosperidade, cidadania e desenvolvimento sustentável
Iniciativa construída na etapa “Legado Kofi Annan” propõe o reconhecimento de 8 de abril como marco internacional dedicado à governança sustentável e ao legado de Kofi Annan
Proposta construída na etapa “Legado Kofi Annan” foi selecionada pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo e busca fortalecer a convergência normativa para o desenvolvimento sustentável no Brasil
Iniciativa vinculada ao IBICT e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação foi uma das contribuições da etapa “Legado Kofi Annan” selecionadas pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo para discussão nacional da Agenda 2030
Iniciativas relacionadas à governança, ESG, educação para sustentabilidade, dados estratégicos e Agenda 2030 foram priorizadas pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo e integrarão a etapa nacional da 1ª Conferência Nacional dos ODS
Ana Clara Moura representará a etapa livre “Legado Kofi Annan: Governança, Sustentabilidade e Impacto no Brasil” na etapa nacional da conferência; delegação homologada conta ainda com três suplentes: Paola Comin, Suely Martins e Bárbara Silva. Como conselheiro da CNODS, em representação do CFOAB, Sóstenes Marchezine participa da Conferência Nacional na condição de delegado nato.
Encontro promovido nas dependências do Instituto Global ESG reuniu lideranças dos setores institucional, político, empresarial, acadêmico, indígena e da sociedade civil em torno da construção de redes de apoio, ocupação de espaços de poder e fortalecimento da participação feminina nos processos decisórios do país