Em artigo publicado nesta sexta-feira (28) no tradicional portal jurídico, Alexandre Arnone e Sóstenes Marchezine examinam o Ofício-Circular nº 2/2026/CVM/SNC/SEP e sustentam que o novo regime combina menor obrigatoriedade formal com maior responsabilidade informacional; análise dá continuidade ao estudo técnico-jurídico organizado pelos autores sobre a trajetória regulatória dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 no Brasil
Ofício-Circular nº 2/2026, publicado nesta quinta-feira (27), esclarece alcance das regras, restringe referências parciais ao padrão CBPS/ISSB, disciplina transição de adesões anteriores e define o conteúdo esperado das justificativas de companhias que optarem por não apresentar o relatório
Terceira edição da newsletter, assinada por Sóstenes Marchezine em cooperação com a Rede Global ESG de Comunicação, sustenta que a sustentabilidade deixa de ser apenas uma agenda de conformidade para tornar-se um indicador de maturidade institucional, conectando estratégia, governança, cultura organizacional e criação sustentável de valor
Primeira edição da newsletter, produzida em cooperação com a Rede Global ESG de Comunicação, analisa os impactos da Resolução CVM nº 244/2026 sobre governança, mercado de capitais e arquitetura regulatória, ampliando o debate para além do ESG e conectando Estado, Mercado, Direito, Governança e Sustentabilidade
Publicação reúne série de sete reportagens produzidas a partir de entrevista do Sustentalks e integra análises sobre as Resoluções CVM nº 193/2023 e nº 244/2026, os padrões IFRS S1 e IFRS S2, os custos regulatórios, a demanda dos investidores e o amadurecimento do mercado de capitais
Debate no Sustentalks analisa quem suporta os custos da divulgação, o papel dos diferentes agentes e a necessidade de preservar transparência, eficiência e proteção do investidor
João Accioly defende maior flexibilidade regulatória, enquanto Anne Marcikevics destaca necessidade de amadurecimento do mercado e ampliação da transparência sobre riscos
Especialista afirma no Sustentalks que democratização do acesso, multiplicação dos agentes e redução da dependência do financiamento público são elementos necessários para o avanço das finanças sustentáveis
João Accioly compara acessos a informações tradicionais e de sustentabilidade, mas ressalta que adoção voluntária permanece como alternativa para empresas que identificam valor econômico e estratégico nos padrões internacionais
Em entrevista ao Sustentalks, João Accioly afirma que adoção dos padrões internacionais pode gerar valor, mas sustenta que os efeitos econômicos precisam ser mensurados antes da imposição de uma obrigação geral
João Accioly explica trajetória da Resolução CVM nº 193 e sustenta que revisão promovida em 2026 incorporou estudos, manifestações do mercado e experiências observadas durante o período de adoção voluntária
Episódio reúne o diretor da CVM João Accioly e a doutora em Direito Econômico e Financeiro Anne Marcikevics para discutir regulação, custos, maturidade do mercado, proteção dos investidores e os efeitos da Resolução CVM nº 244
Diretor de Sustentabilidade do Instituto Global ESG e do Grupo Arnone, além de representante do Instituto S Company, realizará exposição técnica durante reunião da Ação nº 05/2026 da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, que reúne os principais órgãos brasileiros de regulação, fiscalização, controle e segurança pública
Análise técnico-jurídico examina o Ofício nº 920/2026 encaminhado pelo Conselho Federal de Contabilidade ao Ministério da Fazenda e aponta a construção de um modelo intermediário entre a obrigatoriedade dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 e o regime permanente de adesão voluntária instituído pela CVM
Como professor convidado da FGV Brasília, o Jurista, sócio-diretor da Arnone Advogados em Brasília, e representante do Conselho Federal da OAB na Comissão Nacional para os ODS da Presidência da República, Marchezine analisou a trajetória regulatória que levou à incorporação dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 ao ordenamento brasileiro e os impactos das recentes reformas promovidas pela CVM
Publicação de autoria de Alexandre Arnone e Sóstenes Marchezine, da Arnone Advogados, organizada pelo Instituto Global ESG e pelo Movimento ESG na Prática analisa a evolução normativa que levou à incorporação dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 no Brasil e os impactos das recentes reformas promovidas pela Comissão de Valores Mobiliários
Sóstenes Marchezine e Ana Clara Moura aprofundam debate iniciado em entrevista à CBN e analisam impactos regulatórios, desafios de implementação, Agenda 2030, Conferência Nacional dos ODS e perspectivas para os próximos 20 anos da sustentabilidade corporativa
Publicação organizada por Alexandre Arnone e Sóstenes Marchezine analisa a consolidação da Resolução CVM nº 193/2023, a incorporação dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 ao ordenamento brasileiro e as transformações regulatórias que vêm redesenhando a governança da sustentabilidade no mercado de capitais
Na parte final da exclusiva concedida à audiência qualificada da rádio CBN, no programa multicanais Sustentabilidade em Pauta com Georges Humbert, Sóstenes Marchezine apresentou uma análise sobre os impactos da Resolução CVM nº 244/2026 e os desafios regulatórios que vêm transformando o ambiente empresarial brasileiro. A entrevista contou ainda com a participação de Ana Clara Moura, que destacou a importância da convergência entre iniciativa privada, academia, setor público e sociedade civil para a implementação prática das agendas ESG e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nota técnica subscrita por CFC, Ibracon, Apimec Brasil, Fipecafi, IBGC, Anefac e Amec aponta possíveis impactos da facultatividade do reporte de sustentabilidade sobre a comparabilidade das informações, a previsibilidade regulatória e o alinhamento do mercado brasileiro aos padrões internacionais
Arnone e Marchezine examinam os movimentos e a linha do tempo que levaram à alteração da Resolução CVM nº 193/2023, contextualizam as contribuições de emissores, investidores, entidades financeiras e organizações da sociedade civil e avaliam os desafios e as oportunidades do reporte de sustentabilidade no país
Associação Brasileira das Companhias Abertas defendeu adoção gradual das normas internacionais de sustentabilidade, apontou desafios operacionais e tributários enfrentados pelas empresas e apresentou propostas que antecederam a edição da Resolução CVM nº 244/2026, responsável por substituir a obrigatoriedade pelo modelo de adesão voluntária com transparência ao mercado
Coalizão com 328 signatários afirma que flexibilização promovida pela Resolução CVM 244 representa retrocesso regulatório, amplia riscos de assimetria informacional e pode comprometer a competitividade do mercado de capitais brasileiro
Documento técnico-regulatório realizado pela SCOPE examina distinção entre revogação e anulação da norma, discute possíveis efeitos sobre a Resolução CVM 193/2023 e reforça a importância da previsibilidade regulatória para o mercado de capitais brasileiro